Apartamentos mobiliados: vantagens e desvantagens na mudança


Os apartamentos mobiliados podem ser muito vantajosos para determinadas pessoas, principalmente pela praticidade oferecida. Quando chega o momento de comprar/alugar um imóvel você tem inúmeras decisões a tomar, e uma delas é optar por apartamentos mobiliados ou vazios.

Para você qual é a melhor opção? Se você está em dúvida dessa decisão, esse texto é para você. Preparamos uma lista com as principais vantagens e desvantagens de comprar/alugar um apartamento com mobília.

Continue a leitura e descubra qual a melhor opção para você.

Vantagens de comprar/alugar apartamentos mobiliados 

Veja quais são os principais benefícios para quem opta por mudar para apartamentos mobiliados:

Economia 

Ao mudar para um apartamento mobiliado, você definitivamente economiza uma boa quantia se comparado a mudança para um imóvel vazio.

Dessa forma, evita-se a necessidade de você comprar novos móveis para o local, o que seria um gasto bem elevado. E mesmo que você já tivesse a mobília necessária, haveria um custo a ser considerado com o transporte dos itens, assim como o serviço de mão de obra para montagem e instalação dos móveis.

Praticidade

Já pensou você se mudando para um apartamento prontinho, sem precisa ser preocupar com mudança nem nada? É uma praticidade que enche os olhos de qualquer um.

Muitas vezes o processo de mudança de um imóvel para o outro é extremamente desgastante e gera muito dor de cabeça. Ao optar por apartamentos mobiliados essa mudança pode ser muito mais rápida e facilitada. 

Facilidade em fases de transição 

Se você é uma pessoa que se muda com muita frequência ou está em período de transição, a opção de apartamentos mobiliados pode ser ideal para sua situação.

Um público que procura muito este tipo de moradia são os estudantes, que muitas vezes chegam em uma nova cidade e procuram um lugar provisório para se mudar. E o melhor, como dissemos acima o processo de mudança é muito mais rápido.

Portanto, se você sabe que não pretende ficar muito tempo no imóvel, eliminar preocupações desnecessárias como a compra de imóvel pode ser a melhor opção.

Desvantagens de comprar/alugar apartamentos mobiliados 

Confira a lista que preparamos com os motivos que você precisa levar em consideração caso pretenda se mudar para um apartamento mobiliado.

O que fazer com os imóveis antigos?

Dificilmente você conseguirá levar todos os seus móveis antigos para o novo apartamento, que já está planejado e pronto com a mobília em seu devido lugar.

E o que fazer com eles então? É claro que vender é sempre uma opção, que pode ser muito vantajosa inclusive para conseguir um dinheiro extra. Porém é importante pesar nesse momento, que você pode vir a precisar desses móveis em um futuro próximo.

Suponhamos que você queira se mudar novamente e dessa vez para um imóvel vazio, os seus antigos móveis podem fazer falta. E o pior, você teria um rombo financeiro enorme para comprar uma nova mobília.

Estado de conservação dos móveis 

Ao se mudar para um apartamento mobiliado você está sujeito a encontrar os móveis em condições de uso debilitadas. Isso porque, muito provavelmente esse imóvel já foi utilizado por outras pessoas e o desgaste dos equipamentos eletrônicos e da mobília em geral é algo comum.

Uma boa dica para se prevenir desses casos é realizar uma vistoria minuciosa no local antes de se mudar. Faça uma visita ao imóvel e observe esses possíveis desgastes nos móveis e, se possível, solicite o devido reparo dos mesmos.

Estilo de decoração do apartamento 

Se você gosta das coisas do seu jeito e tem apreço pela decoração do ambiente, talvez alugar um apartamento mobiliado não seja a melhor opção.

Afinal, quando se mudar para o apartamento você já encontrará tudo em seu devido lugar e, dificilmente, você terá autorização para fazer grandes modificações no local.

Porém, uma boa saída para esses casos é investir em itens de decoração para deixar tudo mais a sua cara. Como pendurar quadros no ambiente, comprar plantas, enfim, artigos decorativos para deixar o espaço mais personalizado.


Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens na mudança para apartamentos mobiliados, é preciso que você avalie qual o seu momento e pondere se essa é uma boa opção para você.

Nossa dica é sempre visitar o local pessoalmente, para se certificar da qualidade do ambiente e da mobília. Dessa forma você terá mais segurança para fechar o negócio!

Como é calculado o IPTU? Entenda quais indicadores influenciam no cálculo!


Uma dúvida muito comum entre proprietários de imóveis e inquilinos é sobre como é calculado o IPTU. Quais são os indicadores que influenciam nesse cálculo? E afinal, quem deve arcar com esse custo, inquilino ou proprietário?

No texto a seguir vamos explicar detalhadamente como é calculado o valor do IPTU. Assim como responder à dúvidas comuns sobre o assunto. Continue a leitura e confira!

Como é calculado o IPTU? 

O IPTU ( Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) é um encargo que incide sobre toda propriedade imobiliária. O imposto é cobrado anualmente do proprietário do imóvel, porém o mais comum é que o pagamento seja dividido entre os meses do ano.

Como é o calculado o IPTU em cada município irá depender do valor da alíquota, que será multiplicado pelo valor venal do imóvel. Ou seja a base de cálculo do IPTU é: alíquota x valor venal da propriedade. 

Ficou confusa com esses termos? Fique calmo, que vamos explicar o que significa cada um deles. Vamos lá!

O que significa alíquota? 

A alíquota é um indicador baseado no mercado imobiliário de cada município. Ou seja, cada local terá uma variável própria que influenciará em como é calculado o IPTU.

Em Juiz de Fora os valores das alíquotas são:



Valor Venal do Imóvel 

O valor venal de um imóvel é o valor estimado do bem que é definido pelo Poder Público. Seria uma estimativa de compra e venda da propriedade, com pagamento à vista e em condições normais de mercado.

Para chegar a esse valor são considerados alguns fatores específicos do imóvel, tais como:

  • Tamanho do terreno
  • Localização na Planta Genérica de Valores
  • Área construída
  • Idade do imóvel
  • Qualificação do imóvel (padrão de acabamento etc)

Portanto, se quiser calcular o valor venal do seu imóvel, você deve descobrir qual o valor do metro quadrado do mesmo. Vamos explicar com mais detalhes a seguir.

Como descobrir o valor do metro quadrado do seu imóvel? 

Esse número pode ser encontrado na Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGVI), um documento oficial que cataloga o preço médio do metro quadrado em cada parte de um município. Caso tenha interesse, o documento pode ser encontrado diretamente com a prefeitura da sua cidade ou em sites especializados.

Feito isso, deve-se multiplicar esse valor pela área construída do imóvel e então você descobrirá o valor venal do local. O tamanho da área construída do imóvel pode ser encontrado na matrícula, registro ou escritura do imóvel.

Então, vamos a um exemplo para ficar mais claro? Supomos que seu imóvel tenha 200m² de área construída e está localizado em uma região onde o metro quadrado vale R$5.000. Logo, o valor venal do seu imóvel é de R$1.000.000 (um milhão).

Afinal, como é calculado o IPTU? 

Como dissemos acima o cálculo para chegar ao valor do IPTU é a alíquota x valor venal do imóvel. Vamos continuar com o exemplo acima para deixar mais claro.

Suponhamos que o imóvel que citamos acima esteja em um município cuja alíquota é de 0,9%, para chegar ao valor do IPTU, deve-se multiplicar o valor venal de R$1.000.000 por 0,9%, o que resultará no valor final de R$9.000 ao ano. E, se parcelado R$750 por mês.

Dúvidas comuns sobre IPTU

Agora que você já sabe como é calculado o IPTU, vamos esclarecer algumas dúvidas comuns entre proprietários e inquilinos sobre o pagamento do imposto. Confira!

O IPTU deve ser cobrado do inquilino ou do proprietário do imóvel? 

O valor é cobrado do inquilino. O valor cobrado no IPTU é uma das referências para a precificação da mensalidade, ou seja, já é previsto um "desconto" devido a esse gasto.

Outra questão é que no valor do IPTU estão embutidos os gastos de uso direto do imóvel, ou seja, gastos usufruídos pelo inquilino, como por exemplo a coleta de lixo.


Melhorias no imóvel podem implicar em aumento do IPTU?

Sim, este o IPTU terá variação. Como citamos acima para chegar ao valor final do imposto é levado em consideração uma série de itens que implicam no valor comercial do bem. Logo, quanto melhor for o imóvel, mais ele será valorizado, concorda? E consequentemente, com essa valorização, maior será o seu imposto.

Quem tem direito à isenção do IPTU? 

Existem determinados grupos que podem solicitar a isenção do imposto. Porém, a isenção só é válida para imóveis edificados, já constantes no cadastro imobiliário do município (não abrange lotes vagos). Logo, podem requerer a isenção:

  • Aposentados;
  • Pensionistas;
  • Viúvas;
  • Servidores públicos municipais efetivos das administrações direta e indireta e do Poder Legislativo, ou o cônjuge sobrevivente;
  • Servidores federais e estaduais cedidos ao Município para prestação de serviços junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), ou o cônjuge sobrevivente;
  • Empregados das empresas públicas e da sociedade de economia mista, nas quais o Município, direta e indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto, ou o cônjuge sobrevivente.
Veja também: 

Os 5 melhores bairros de Juiz de Fora para morar


Juiz de Fora é uma cidade que oferece uma ótima qualidade de vida para seus moradores. Apesar de ser um município bastante desenvolvido e movimentado, a cidade não conta com a loucura que é a vida em grandes metrópoles. Por isso, a cidade torna-se uma opção muito buscada pelas pessoas para fazer moradia.

No texto a seguir fizemos uma lista com os 5 melhores bairros de Juiz de Fora para morar.

Portanto, se você tem interesse em se mudar para a cidade, esse texto é para você. E se você reside na cidade, mas quer conhecer um pouco mais sobre a região, também vale a pena a leitura.

Continue a leitura e descubra as características e diferenciais desses locais.

Granbery

Segundo o portal Agente Imóvel, veículo que realiza o monitoramento de preços imobiliários em todo o país, o Granbery é o bairro mais valorizado da cidade. Mas afinal, o que torna este local um dos melhores bairros para morar em Juiz de Fora?

Podemos citar vários motivos que tornam o bairro atrativo para os juiz foranos. Um dos principais é que, por estar situado na região central de Juiz de Fora, o Granbery possibilita aos seus moradores um fácil acesso a uma vasta rede de comércio e serviços.

Além da localização privilegiada, o Granbery é um bairro tradicionalmente familiar, que oferece tranquilidade e segurança para seus moradores.

Por esses e outros motivos, a oferta imobiliária cresce a cada dia. Já são vários novos empreendimentos no Granbery e a expectativa é de mais lançamentos. E nada como se mudar para um imóvel novinho, recém lançado, não acha?

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Centro

Como na grande maioria das cidades, o Centro é um dos bairros mais valorizados do município. Afinal, a região central da cidade costuma concentrar grande parte do comércio e serviços importantes para a população.

Logo, o que torna o Centro um dos melhores bairros de Juiz de Fora para morar é a praticidade que oferece. Se você precisar resolver alguma questão burocrática, você estará muito próximo ao local, e economizará um tempo precioso, que gastaria com o deslocamento.

Isso sem falar que o acesso ao transporte público é extremamente acessível. E claro, o Centro conta com uma grande variedade de restaurantes.

Quando o assunto é imóveis, o bairro tem algumas das melhores opções de Juiz de Fora. Se você procura mais qualidade de vida para você e sua família, você deve considerar o Centro como uma das suas opções.

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Bairro São Mateus

O São Mateus é um dos principais bairros de Juiz de Fora e conta com uma localização privilegiada, próximo ao centro da cidade.

Transporte: além de ter linhas de ônibus que passam pela Rua São Mateus, o bairro também fica próximo a Avenida Itamar Franco, onde inúmeras linhas dão acesso a vários bairros da cidade.

Para quem trabalha ou estuda em algum local mais afastado e pretende morar em um bairro mais tranquilo, o São Mateus é uma ótima indicação principalmente por causa dessa facilidade de locomoção e acesso.

Além disso, o bairro está próximo de dois shoppings (Independência e Alameda), vários colégios de renome na cidade e é também uma região muito conhecida e procurada por causa de sua atração culinária e proximidade às opções boêmias.

Para complementar e enriquecer ainda mais o bairro, a região conta com muitas e ótimas possibilidades de locação. É uma ótima escolha de quem busca conforto e comodidade para todas as horas do dia.

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Bairro Bom Pastor

Situado na região Sul da cidade, o Bom Pastor é um dos bairros mais desejados pelo juiz-forano na hora de escolher onde morar, sendo alvo de prospecção e execução de vários empreendimentos residenciais.

O bairro tem como a característica de ser residencial, o que oferece mais tranquilidade aos moradores. No entanto, ele está bem próximo de uma região que concentra boa rede de comércio e serviços.

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São Pedro

O bairro é uma das localizações mais procuradas por estudantes. Isso acontece devido à sua proximidade da Universidade Federal de Juiz de Fora, o que facilita a rotina para os jovens.

O local também é famoso por sua vasta opção de comércio, supermercados e bares. Tem opção para todo os gostos. Veja aqui algumas dicas de lazer na Cidade Alta.

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Leia também: Como fazer uma mudança organizada? Veja dicas!
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Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber


As regras são importantes em qualquer ambiente para estabelecer uma convivência harmoniosa e respeitosa entre as pessoas que ali convivem. É exatamente esse o objetivo da Lei de Condomínio, estabelecer orientações que vão ditar a rotina dos moradores.

Mas você sabe exatamente o que prega a Lei de Condomínio? No texto a seguir vamos explicar um pouco sobre a legislação que rege a vida nos condomínios, além de apresentar quais são as principais determinações que aparecem no documento. Continue a leitura e descubra!

Lei de Condomínio: qual o principal instrumento a se recorrer? 

O Código Civil (Lei n° 10.406/2002) é a lei federal que regula os condomínios, ele é superior às demais leis do condomínio. Estas inclusive, devem usar o documento como base para sua elaboração.

O documento conta com um total de 27 artigos que traz as principais regras, direitos e deveres dos condôminos.

Existe também a Lei nº 4.591/64, ou mais conhecida como Lei do Condomínio, ela é um documento mais antigo que o Código Civil e também serve como direcionamento auxiliar para a conduta em condomínios.

Entretanto, é importante deixar claro que, se houver qualquer convergência entre ambas legislações, deve-se prevalecer o que foi estabelecido no Código Civil.

Então, o que é a convenção de condomínio e o regimento interno? 

A convenção do condomínio e o regimento interno são direcionamentos mais personalizados de cada espaço. Como dissemos, o CC é o instrumento base para estabelecer as regras de convivência, porém, muito dificilmente o documento atenderá às necessidades específicas de cada local.

Para isso existe ambos direcionamentos. Entenda qual é o objetivo de cada um deles:

  • A convenção do condomínio é o documento que trata sobre a estrutura do local e os direitos fundamentais de todos os condôminos, deve estabelecer entre outros, a forma de convocação e deliberação nas Assembleias, as atribuições do Síndico e Conselho, a forma de cobrança, o modo de aplicação de penalidades, etc. 


  • O regimento interno diz respeito à regras de convivência entre os moradores. Se existir algum tipo de conflito entre a convenção e o regimento interno do condomínio, deverá prevalecer aquilo que foi estabelecido pela convenção. 

Direitos e deveres do condômino

O Código Civil elenca quais são os direitos e deveres do condômino. São eles: 

São direitos do condômino:

I - usar, fruir e livremente dispor das suas unidades;
II - usar das partes comuns, conforme a sua destinação, e contanto que não exclua a utilização dos demais compossuidores;
III - votar nas deliberações da assembléia e delas participar, estando quite.

São deveres do condômino:

I - Contribuir para as despesas do condomínio, na proporção de suas frações ideais;
I - contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção; (Redação dada pela Lei nº 10.931, de 2004)
II - não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;
III - não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;
IV - dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

§ 1o O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, os de um por cento ao mês e multa de até dois por cento sobre o débito.

§ 2o O condômino, que não cumprir qualquer dos deveres estabelecidos nos incisos II a IV, pagará a multa prevista no ato constitutivo ou na convenção, não podendo ela ser superior a cinco vezes o valor de suas contribuições mensais, independentemente das perdas e danos que se apurarem; não havendo disposição expressa, caberá à assembléia geral, por dois terços no mínimo dos condôminos restantes, deliberar sobre a cobrança da multa.

Sobre as obras no condomínio

Art. 1.341. A realização de obras no condomínio depende:

I - se voluptuárias, de voto de dois terços dos condôminos;
II - se úteis, de voto da maioria dos condôminos.

As obras ou reparações necessárias podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino.

Se as obras ou reparos necessários forem urgentes e importarem em despesas excessivas, determinada sua realização, o síndico ou o condômino que tomou a iniciativa delas dará ciência à assembléia, que deverá ser convocada imediatamente.

Não sendo urgentes, as obras ou reparos necessários, que importarem em despesas excessivas, somente poderão ser efetuadas após autorização da assembléia, especialmente convocada pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer dos condôminos.

O condômino que realizar obras ou reparos necessários será reembolsado das despesas que efetuar, não tendo direito à restituição das que fizer com obras ou reparos de outra natureza, embora de interesse comum.

Leia também: 3 Dúvidas que todo mundo que mora em Condomínio tem 
Lei do Inquilinato: entenda os deveres e direitos do inquilino

Índice de reajuste de aluguel: como funciona a atualização de valores?


Você já ouviu falar em índice de reajuste de aluguel? Seja você um proprietário de imóveis ou inquilino, esse é um tema muito importante que você deve ficar de olho. Afinal, como é feita a atualização de valores no contrato? Qual o período correto para que ela seja feita? Baseada em que?

Vamos responder a estas e outras questões relacionadas ao reajuste de aluguel no texto a seguir. Continue a leitura e fique informado!

O que é um índice de reajuste de aluguel? 

O índice de reajuste de aluguel é a referência utilizada para a atualização dos valores da mensalidade no contrato de aluguel.

O mercado imobiliário atualmente pode usar como base diversos índices para realizar o cálculo de reajuste, sendo que cada um deles tem relação com uma situação específica.

O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é o índice base mais utilizado para realizar o cálculo de reajuste de aluguel, tanto que o medidor é comumente chamada de "inflação do aluguel”.

O indicador é mensurado e divulgado a cada mês pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e seu objetivo é avaliar as movimentações de preços na economia do país.

Para que isso seja possível, é feito um cálculo médio baseado em outros 3 dados, são eles: Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com peso de 60%, Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com peso de 10%.

Entretanto, existem outras variáveis que podem ser utilizados nos contratos de aluguel. Por exemplo, há contratos em que o reajuste é feito com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), sendo este medido pelo IBGE.

Regras para o reajuste de aluguel

As regras que dizem respeito ao reajuste de aluguel estão determinadas na Lei do Inquilinato, n° 8.245/1991. Listamos algumas das questões mais importantes no documento relacionadas ao tema:

Art. 17. É livre a convenção do aluguel, vedada a sua estipulação em moeda estrangeira e a sua vinculação à variação cambial ou ao salário mínimo.

Parágrafo único. Nas locações residenciais serão observadas os critérios de reajustes previstos na legislação específica.

Art. 18. É lícito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste.

Ou seja, as regras relacionadas ao tipo de índice de reajuste de aluguel utilizado, a periodicidade, dentre outros assuntos relacionados, devem ser acordados entre ambas as partes, locador e locatário, sendo devidamente prevista em contrato.

Porém, nada impede que o longo do contrato seja realizado um acréscimo ou alteração da cláusula de reajuste de aluguel.

É importante ressaltar também que, segundo a legislação, só é permitido fazer reajuste no aluguel uma vez ao ano. Ou seja, na data de aniversário do contrato.


O cenário atual do índice de reajuste de aluguel IGP-M: como fazer o cálculo? 

Divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) subiu em junho de 2019 um total de 0,80%. Com isso, o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 6,51%.

Se o seu imóvel é reajustado com base nesse índice, logo, como deve ser feita a conta para saber qual será o aumento na sua conta de aluguel? Nós vamos explicar.

Vamos supor que o seu aluguel seja no valor de R$1.000, logo, com o índice de IGP-M em 6,51% quando este for atualizado deverá ser feita a seguinte conta R$1.000 x 1,0651. Sendo assim o novo valor pago por este aluguel será de R$1.065,10.

Síndico profissional: o que é e quais suas funções no condomínio?


Você já ouviu falar na função de síndico profissional? Essa é uma alternativa de administração de condomínios que tem ganhado cada vez mais espaço no setor imobiliário. 

Mas afinal, você sabe quais são os seus deveres? O que faz exatamente um síndico profissional? É o vamos apresentar no texto a seguir, continue a leitura e descubra mais sobre essa alternativa de gestão de condomínios. 

O que é um síndico profissional?

É um profissional que é contratado pelo condomínio para exercer a função de síndico. Ou seja, essa pessoa não irá residir no local, sendo responsável pelos trâmites gerenciais da função. 

Sua atuação possui, basicamente, as mesmas funções de um síndico morador. Como por exemplo gerenciar os fundos de reserva do condomínio, organizar as reuniões de assembleia, solicitar possíveis obras e manutenções nas áreas comuns do condomínio. 

É também dever do síndico profissional lidar com as demandas dos moradores e atuar como mediador em eventuais conflitos.

A atuação do síndico profissional é permitida e prevista, inclusive, no Código Civil, mais precisamente no Art. 1.347: 

“A Assembleia poderá escolher um síndico, não condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”.
Como é a função de um síndico profissional na prática?

Pode atuar tanto na administração de condomínios residenciais, quanto comerciais. É comum, inclusive, que profissionais que atuam como síndico profissional exerçam a função em vários locais simultaneamente, por conta de sua experiência no setor. 

Mas como isso funciona na prática, você pode estar se perguntando. Afinal, como isso daria certo? A resposta é simples, com toda sua experiência na área, o síndico profissional, na grande maioria dos casos estará muito mais capacitado para lidar com as questões administrativas do condomínio do que um morador sem experiência alguma. 

Cabe ao profissional, porém, encontrar meios de minimizar o fato de que ele não estará presente todos os dias no condomínio para fiscalizar os transtornos e desavenças que possa acontecer. 

Normalmente, para resolver essa problemática, o síndico profissional fica responsável por visitar o condomínio pelo menos uma vez por semana, para avaliar a situação no local e recolher feedbacks sobre o dia a dia com os moradores e funcionários. 

Em paralelo a isso, o profissional deve atuar constantemente na otimização da gestão condominial, resolvendo todas as questões administrativas, trabalhistas e outros assuntos burocráticos necessários. 

Como deve ser feito a contratação de um síndico profissional?

Primeiramente essa contratação deve ser legitimada através de reunião e votação da assembleia. Ali deve ser definido as questões contratuais de prestação de serviço desse profissional, como a definição de horas, remuneração e prazo de encerramento do contrato. 

Como visto acima, a lei diz que o mandato do síndico profissional não pode ultrapassar dois anos. Porém, esse prazo poderá ser renovado se for da vontade dos condôminos. 

Quais são os benefícios da atuação do síndico profissional?

É muito comum que os condomínios tenham dificuldades em eleger alguém para ficar como síndico responsável. O que vemos na maioria dos casos são moradores que não têm tempo, conhecimento ou interesse necessário para exercer a função de administrar o condomínio. 

Logo, o síndico profissional aparece como solução ideal. Uma pessoa capacitada para exercer a função, que usará seus conhecimentos e experiência para oferecer uma administração de qualidade para o condomínio. 

Síndicos profissionais entendem de gestão, administração e liderança, e são capaz de oferecer uma maior tranquilidade para os moradores do condomínio, que confiam essa importante tarefa a alguém altamente qualificado. 

Como se tornar um síndico profissional?

Não existe uma formação específica para alguém que quer se tornar síndico profissional. Existem, porém, cursos que objetivam a capacitação dos interessados em exercer a função. 

O mais comum, é que pessoas que já atuaram como síndicos nos condomínios onde residem tenham interesse em se profissionalizar no ramo para administrar outros locais. 

Para isso é importante que esse profissional tenha determinados conhecimentos que serão indispensáveis para o pleno exercício da atividade de síndico profissional, como conhecimentos de finanças, de contabilidade, da legislação, etc.

Inquilino pode ser síndico? Descubra!


Uma dúvida comum de quem vive de aluguel é: o inquilino pode ser síndico? O que diz a legislação sobre o assunto? No texto a seguir vamos apresentar as informações a respeito deste e outros temas que envolvem a vida em condomínio.

Continue a leitura e fique por dentro!

O inquilino pode ser síndico de condomínio? 

A resposta é sim, inquilino pode ser síndico. Não existe nenhuma proibição na legislação que impeça qualquer inquilino de entrar na concorrência para síndico do seu condomínio.

Logo, se houver na convenção ou estatuto do condomínio alguma cláusula que proíba a participação de inquilinos na eleição, esta deve ser ignorada. Afinal, nenhum documento tipo de documento pode contrair as leis municipais, estaduais ou federais.

O novo Código Civil, no artigo 1.347 traz esse ponto: 

"Art. 1.347. A assembléia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se. "

Mas o que quer dizer “que poderá não ser condômino”? Isso quer dizer que não é obrigatório residir no condomínio, ou edifício para ser eleito síndico. Dessa forma, essa pessoa será eleita como síndico “não condômino” ou como é mais usualmente aplicado, “síndico profissional”.

Como funciona a participação nas assembleias condominiais? 

Podem participar das assembleias e tem direito a votos todos os proprietários do condomínio. Inquilinos também podem participar, afinal são estes que efetivamente vivenciam a rotina do condomínio.

Entretanto, exige-se a obrigatoriedade do proprietário ou de uma procuração do mesmo, em caso de votações de alguma despesa que seja de responsabilidade do inquilino ou em caso de instituição de uma taxa extra.

Vale ressaltar que cada condomínio pode adotar uma política diferente nessas situações. Confira no regimento interno do seu condomínio qual regra é aplicada

Entenda como funciona a Lei do Inquilinato

Se você vive de aluguel ou pretende alugar um imóvel em breve é essencial que esteja por dentro dos seus direitos e deveres enquanto inquilino. Para isso existe a  Lei Federal nº 8.245, de 1991, mais conhecida como Lei do Inquilinato.

Nela estão estipuladas todas as obrigações de ambas as partes, tanto do proprietário, quanto do locatário. Elencamos algumas dessas regras para você enquanto inquilino:

O Art. 23 traz as responsabilidades direcionados ao inquilino no contrato de aluguel. São elas:

I - pagar pontualmente o aluguel e os encargos da locação, legal ou contratualmente exigíveis, no prazo estipulado ou, em sua falta, até o sexto dia útil do mês seguinte ao vencido, no imóvel locado, quando outro local não tiver sido indicado no contrato;

II - servir-se do imóvel para o uso convencionado ou presumido, compatível com a natureza deste e com o fim a que se destina, devendo tratá-lo com o mesmo cuidado como se fosse seu;

III - restituir o imóvel, finda a locação, no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do seu uso normal;

IV - levar imediatamente ao conhecimento do locador o surgimento de qualquer dano ou defeito cuja reparação a este incumba, bem como as eventuais turbações de terceiros;

V - realizar a imediata reparação dos danos verificados no imóvel, ou nas suas instalações, provocadas por si, seus dependentes, familiares, visitantes ou prepostos;

VI - não modificar a forma interna ou externa do imóvel sem o consentimento prévio e por escrito do locador;

VII - entregar imediatamente ao locador os documentos de cobrança de tributos e encargos condominiais, bem como qualquer intimação, multa ou exigência de autoridade pública, ainda que dirigida a ele, locatário;

VIII - pagar as despesas de telefone e de consumo de força, luz e gás, água e esgoto;

IX - permitir a vistoria do imóvel pelo locador ou por seu mandatário, mediante combinação prévia de dia e hora, bem como admitir que seja o mesmo visitado e examinado por terceiros, na hipótese prevista no art. 27;

X - cumprir integralmente a convenção de condomínio e os regulamentos internos;

XI - pagar o prêmio do seguro de fiança;

XII - pagar as despesas ordinárias de condomínio*

*Por despesas ordinárias de condomínio se entendem as necessárias à administração respectiva, especialmente:

  • Salários, encargos trabalhistas, contribuições previdenciárias e sociais dos empregados do condomínio;
  • Consumo de água e esgoto, gás, luz e força das áreas de uso comum;
  • Limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
  • Manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos, mecânicos e de segurança, de uso comum;

Meu primeiro imóvel: erros que você não pode cometer ao comprar



Chegou o momento de adquirir o seu primeiro imóvel, um sonho se tornando realidade correto? Você nem imagina a possibilidade de se arrepender dessa decisão, mas acredite, se você não avaliar muito bem, o sonho pode se tornar um pesadelo.

E se arrepender de uma decisão como essa pode significar prejuízos financeiros significativos ou até arrependimento no futuro. E ninguém quer passar por isso durante um momento tão importante e de tamanha realização como a compra do primeiro imóvel, não acha?

Para ajudá-lo a evitar arrependimentos fizemos uma lista com erros comuns que vemos acontecer no mercado imobiliário e que você não deve cometer na compra do seu primeiro imóvel. Continue a leitura e descubra!

Não se planejar financeiramente

É fundamental que haja um planejamento bem estruturado para adquirir um imóvel. Sem isso, você pode acabar dando um tiro no pé e se atolando em dívidas. Portanto, dê uma atenção especial a esse processo para que o sonho da casa própria não vire pesadelo.

No primeiro momento pesquise as melhores opções de pagamentos disponíveis no mercado. Pondere sobre as vantagens e desvantagens de cada uma delas e crie cenários financeiros de acordo com a sua realidade financeira.

Você pode optar por comprar o primeiro imóvel a vista, por um financiamento habitacional, consórcio bancário, enfim, são diversas as opções. O importante é encontrar aquela que melhor se encaixe com a sua realidade.

Caso opte pelo financiamento você deve avaliar o quanto está disposto a investir da renda mensal familiar. O ideal é que sejam investidos até 20% do total, segundo especialistas financeiros indicam.

Não pensar no futuro

Na maioria dos casos a compra do primeiro imóvel faz parte de um projeto de toda uma vida. Logo, ao torná-lo realidade é necessário que você faça uma avaliação de que rumo sua vai seguir a partir desse momento.

É preciso encontrar um local que atenda ao seu projeto de vida e familiar. Por exemplo, se você pretender ter filhos, é importante buscar um imóvel espaçoso que comporte bem a chegada de uma criança. Ou pelo menos um local onde você possa reformar e ampliar o espaço para atender à sua nova necessidade.

Não realizar pesquisas

Um erro muito comum e perigoso na compra do primeiro imóvel é agir por impulso e pular a etapa de pesquisa de mercado. Lembre-se sempre, esse será um investimento muito alto e qualquer erro ou arrependimento pode custar muito caro. Logo, se dedique às pesquisas.

Nossa dica para você é: faça incessantes pesquisas, pode ser online mesmo, sobre a situação atual do mercado imobiliário na sua região. Dessa forma, você já terá a malícia necessária para reconhecer um bom negócio.

Para isso o ideal é que você faça uma avaliação do preço do metro quadrado que está sendo praticado na região do seu interesse.

Desconsiderar as despesas extras

No momento da compra da casa própria é fundamental que você leve em consideração as despesas extras que serão incluídas, como por exemplo, com os impostos.

Se você for comprar um imóvel já construído deverá levar em consideração o Imposta de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), além claro, do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Não deixe de excluir no orçamento da compra também gastos com as taxas condominiais.

Não prestar atenção ao contrato

Acredite, o contrato de compra do seu primeiro imóvel pode render uma grande dor de cabeça. Por isso, certifique-se de ler o documento atentamente e tirar todas as possíveis dúvidas que você venha a ter. Caso ache necessário, busque auxílio de um profissional da área para uma avaliação mais minuciosa.

Seu primeiro imóvel na Universal

Se você está procurando um imóvel ideal para realizar o sonho da casa própria você não pode deixar de conferir as opções disponíveis na Universal Imóvel.

Além de contar com o maior inventário imobiliário de Juiz de Fora, com mais de 1.200 opções, você também encontra os mais variados tipos de imóveis, em diferentes bairros de Juiz de Fora e pelo valor que você está procurando.

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Como fazer uma mudança organizada? Veja dicas!



Afinal, como fazer uma mudança organizada? Essa é uma pergunta que ronda todo mundo que vai mudar de endereço em breve. Mudança sempre causa grande dor de cabeça, é muita coisa para empacotar, muitas decisões para tomar, acaba que sempre dá algo errado, não é mesmo? Mas não precisa ser assim!

É possível sim otimizar o seu tempo com pequenas ações e deixar tudo organizado para evitar grandes problemas no grande dia da mudança. É o que vamos apresentar a seguir, então continue a leitura e anote as dicas que preparamos de como fazer uma mudança organizada.

Planejamento é essencial 

Para que tudo corra bem durante o dia da mudança é essencial que você tenha tudo planejado. Logo, se você quer evitar um caos no grande dia, planeje-se.

O primeiro passo nesse planejamento é definir as datas da mudança. Entre em contato com os serviços que vão auxiliá-lo, como transporte para os móveis, por exemplo e deixe tudo previamente marcado.

Com uma data em mãos você já pode começar a organizar tudo para a mudança. Lembre-se, o trabalho começa antes do dia da mudança. A chave para que tudo corra bem é deixar tudo preparado para evitar dor de cabeça durante o dia.

Momento de desapegar

A mudança é o momento ideal para desapegar de itens que você já não usa com tanta frequência. Por isso, tire um tempo antes de toda loucura da mudança para fazer essa avaliação.

Desapegue de roupas e sapatos antigos, aproveite para fazer uma doação para instituições carentes. Além de fazer uma boa ação você simplifica a mudança, uma vez que terá menos itens para empacotar.

Faça um inventário

Faça um inventário de todos os itens que você tem em casa. Isso mesmo, anote todos os móveis e objetos que você possui. Essa lista será importante tanto para você contratar um serviço de mudança, como para avaliar a necessidade de levar todos os móveis.

Talvez você chegue à conclusão de que não precisa mais de tantos móveis na nova casa ou então de que prefere dar uma repaginada no ambiente.

É importante também medir todos os seus móveis, assim como medir os cômodos em seu novo imóvel. Isso servirá para verificar se os espaços irão adequá-los corretamente e evitar transtornos como não saber onde colocar cada coisa, ou descobrir ali em cima da hora que tal móvel não cabe no ambiente.

Use e abuse das caixas

As caixas de papelão serão seus melhores amigos durante a mudança. Use-as corretamente e terá a receita ideal de como fazer uma mudança organizada.

Uma boa dica é separar as caixas por ambiente, assim na hora de desempacotar ficará mais fácil reorganizar os objetos na casa nova.

Algumas dicas rápidas sobre o uso de caixas na mudança:

  • Dê preferência para caixas pequenas, elas são mais fáceis de carregar e você corre menos risco de danificar seus objetos. 
  • Não deixe espaços vazios, de forma que os objetos possam ficar balançando na caixa. Uma boa dica é inserir jornais ou plástico bolha nos espaços vazios das caixas para evitar o atrito.
  • Certifique-se de lacrar bem as caixas
  • Identifique os conteúdos das caixas com etiquetas. Dessa forma você facilita a organizar tudo de volta na casa nova. 
  • Proteja bem os itens de vidro. De preferência use plástico bolha em torno desses objetos para evitar qualquer dano. 

Separe um tempo para resolver a parte burocrática

Separe um tempo para realizar os serviços necessários para se mudar, como ir até a rede de distribuição elétrica, solicitar serviços de internet, telefone etc. Enfim, resolva toda a parte burocrática que precisa ser resolvida para que você chegue ao novo imóvel com tudo preparado.

Título de capitalização para aluguel: o que é e como funciona?


Você já ouviu falar no título de capitalização para aluguel? Ele nada mais é que uma das modalidades de garantia de locação disponíveis no mercado. Portanto, se você está pensando em alugar um imóvel em breve, é importante conhecer todas as possibilidades de fechar o contrato.

No texto a seguir vamos explicar o funcionamento dessa modalidade, assim como apresentar os principais benefícios para aquisição de um título de capitalização para aluguel. Continue a leitura e descubra!

Qual a importância das garantias locatícias? 

Os contratos de locação devem possuir algum tipo de garantia de modo a proteger o proprietário de qualquer risco durante o contrato. É uma segurança de que ele não terá nenhum tipo de prejuízo. 

Atualmente, o mercado disponibiliza uma série de opções de garantias locatícias, onde proprietário ou imobiliária responsável pela administração do imóvel juntamente com o inquilino devem encontrar a melhor opção para todas as partes. 

Segundo a Lei Federal nº 8.245, de 1991, responsável pelas regras que envolvem a locação de imóveis no país, o locador tem direito a optar um contrato dentro de uma das modalidades de garantia locatícia reconhecidas pelo mercado. São elas:
  • Através de fiador
  • Caução
  • Seguro Fiança
  • Cessão fiduciária de cota de fundos de investimento
  • Título de capitalização para aluguel


O que é um título de capitalização?

É um título de crédito contratado juntamente com empresas de capitalização, onde o requisitante irá acumular um determinado capital por um período. Este título irá gerar um certo rendimento e também possibilitará a participação do contratante em sorteios de prêmios. 

E uma das possibilidades de utilização desse título é como garantia para locação de um imóvel. 

Como funciona o título de capitalização para aluguel? 

O requisitante, ou seja, o inquilino neste caso deve comprar um título de capitalização e utilizá-lo como garantia no contrato. A compra nesse caso é feita a vista, e o valor irá variar de acordo com o total exigido no caução pelo proprietário do imóvel. 

Valor este, que costuma variar entre 6 a 12 vezes o valor do aluguel mensal. Por exemplo, digamos que o aluguel seja de 1.000 reais, logo, será necessário que você contrate um título de capitalização que vai variar entre 6 a 12 mil reais.

E, caso você fique inadimplente, o proprietário poderá solicitar o resgate do título de capitalização contratado e utilizar o valor para quitar os débitos não pagos.

Principais vantagens da contratação do título de capitalização para aluguel

"Mas esse valor é muito alto, não tem vantagem alguma" você pode estar pensando coisas do tipo neste momento. Porém, existem considerações importantes a serem ponderadas que podem fazer com que o título de capitalização seja um bom negócio para o seu caso. 

Elencamos as principais vantagens da sua aquisição. Olha só
  • Você não fica dependendo de um fiador
  • Não é necessário a comprovação de renda para aquisição do título de capitalização para aluguel
  • Não há qualquer tipo de análise de crédito
  • Participação em sorteios: muitas empresas do ramo oferecem como benefício o direito do contratante de participar de sorteios semanais ou mensais para concorrer a prêmios em dinheiro.
  • Assistência residencial: outro benefício  é a possibilidade do cliente contar com  serviços assistenciais gratuitos para reparos de emergência no imóvel, como eletricista, encanador, etc. 
  • Resgate:  após o término do contrato de aluguel, você poderá resgatar essa reserva de capitalização feita com valores atualizados. 

O processo de resgate do título de capitalização para aluguel

Ao fim do contrato de aluguel, o valor do título pago poderá ser resgatado com o total atualizado. Mas como funciona esse rendimento você deve estar se perguntando. É feito uma média da TR (Taxa Referencial) e o juros da poupança dos últimos 12 meses. 

Outras informações úteis

Existe um valor mínimo para a contratação do título de capitalização para aluguel de 2.000 mil reais. Logo, o valor do título contratado deve ser igual ou maior que este número. 

O valor do título pode assustar um pouco, mais ainda por ser necessário que seja feito de uma só vez, porém existe outro meio de utilizar essa garantia sem tirar essa quantia do próprio bolso. Mas como assim? 

Simples, basta pedir para terceiros contratar o título. Nesse caso, essa pessoa estará fazendo tipo um investimento, onde o dinheiro dela irá render durante os meses de vigência do contrato do aluguel. E, como dissemos acima, ela poderá participar também dos sorteios que acontecem ao longo desse período. 

Animais para ter em apartamento: os mais indicados e os cuidados necessários


Morar em apartamento é uma das melhores opções para quem busca comodidade para o seu dia a dia. Mas uma questão que pode surgir para os moradores dessa modalidade de imóvel é sobre a presença de bichinhos de estimação no local. Afinal, existe tipo certo de animais para ter em apartamento?

São diversos os questionamentos que podem surgir que envolvendo esse assunto. Pensando nisso, elencamos algumas informações importantes para quem quer saber os melhores animais para ter em apartamento. Além disso, vamos apresentar algumas orientações para simplificar a adaptação dos bichinhos a esse novo ambiente.

Continue a leitura e descubra!

O que a Lei diz sobre a presença de animais em apartamento

Recentemente, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decretou que convenções de condomínios residenciais não podem proibir moradores de criar animais em apartamentos ou casas.

Ainda segundo o decreto só é permitido a proibição de animais caso este representa risco à segurança, higiene, saúde e sossego dos demais moradores do condomínio.

Os cuidados para a escolha ideal

Se você está querendo receber em seu apartamento um animal para completar a família é importante pesar algumas questões para deixar essa adaptação mais simples.

Um animal demanda cuidados e atenção especial para que vivam bem, pois se o ambiente não possui condições de moradia adequados para o eles, é bem provável que os bichinhos desenvolvam problemas de saúde física e também emocional.

Logo, antes de tomar essa decisão você deve avaliar questões como: você terá tempo para passear com o animal? Ele precisará ficar sozinho durante muito tempo? Seu imóvel possui espaço suficiente?

É importante que se faça essas ponderações, pois é através das respostas a essas perguntas que você poderá avaliar o tipo e tamanho do animal mais indicado para a sua realidade.

Cada animal possui características comportamentais e necessidades específicas que devem ser levadas em consideração para o bem estar dos bichinhos.

Animais para ter em apartamento: os mais indicados

É claro que não existe uma regra que deve ser seguido a risca. O único impeditivo seria algum tipo de proibição do condomínio, conforme as restrições citadas acima.

A única recomendação é que haja um bom senso para facilitar a adaptação tanto do animal ao ambiente, quanto do morador com a chegada de uma nova companhia.

Logo, existem algumas espécies que se adaptam melhor ao estilo de ambiente de um apartamento, por isso elas são mais indicadas. São os chamados animais de pequeno porte.

Animais de grande porte, como cachorros da raça Pastor Alemão, por exemplo, será mais difícil de criar dentro de um apartamento.

Quanto maior for o animal, mais atividades físicas serão necessárias para mantê-lo sadio. Eles precisam de espaço para se exercitar, assim como mais tempo de dedicação, algo que provavelmente será complicado de se conseguir dentro de um apartamento.

Cachorros

Os cachorros são os melhores amigos do homem, e na hora de escolher um animal para ter em apartamento eles são sempre uma das primeiras opções. Inclusive, você sabia que existem mais de 106 milhões de lares com bichos de estimação? Destes, mais de 37 milhões são cães.

Como falamos acima, os cães de pequeno porte são os mais indicados para criar em apartamento. Algumas das raças mais comuns para este tipo de ambiente são: Poodle, Yorkshire, Schnauzer, Pinscher, Pug e Buldogue francês.

Gatos 

Os gatos também são campeões quando o assunto são animais para ter em apartamento. A grande vantagem é que eles são facilmente adaptáveis a qualquer ambiente. Além disso, eles são bastante independentes e não demanda tantos cuidados como os cães, por exemplo.  Ideal para quem não possui muito tempo para dar atenção ao animal.

Gatos persas são calmos, não miam muito e são extremamente carinhosos. Outra espécie indicada são os angorás, pois eles adoram ficar em casa e possuem um ótimo sistema imunológico, ou seja, não adoecem facilmente, evitando constantes visitas ao veterinário.

Outros animais

Agora, se você não quer os animais tradicionais, nem cachorro nem gato, existem ainda outras opções indicadas de bichinhos de estimação para ter em apartamento.

Animais que vivem em gaiola são muito simples de criar de manter sua higiene. Os mais comuns são os hamster, porquinhos da índia, furões e até pássaros.

Dicas para criar animais em apartamento

Quando você decide receber esse novo morador em sua casa, é importante prepará-la e deixá-la mais segura para sua chegada. Olha só algumas dicas que preparamos:

  • Adestre seu animal: ensinar comandos para o seu pet será extremamente útil para facilitar a adaptação do animal ao ambiente. Busque um profissional capacitado para auxiliá-lo nessa tarefa. 
  • Leve-os para passear de uma a duas vezes ao dia: dessa forma evita-se que ele fique estressado por ficar em lugar fechado durante muito tempo,.
  • Evite tapetes e carpetes que podem sujar facilmente. 
  • Reserve um ambiente exclusivo para o animal no apartamento, onde ele possa brincar a vontade, se alimentar e dormir. 
  • Instale redes de proteção nas janelas
  • Atenção aos perigos no ambiente, como fios desencapados, aparelhos eletrônicos, produtos de limpeza, etc. 

Mezanino metálico: saiba como utilizá-lo para aumentar a área útil da sua casa


Para aqueles que estão a procura de soluções para aumentar a área útil da sua casa, temos uma super dica: invista na instalação de um mezanino metálico.

Você já ouviu falar nessa alternativa de construção? Sabe como utilizá-la de forma estratégica no seu imóvel?

Então, você precisa continuar a leitura e aprender um pouco mais sobre as formas de utilização do mezanino metálico na decoração do seu imóvel e conferir também todos os seus benefícios. Continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é mezanino metálico?

O Mezanino é uma estratégia utilizada na construção civil para otimizar o espaço de um ambiente. Para que isto seja possível, é construído um andar intermediário entre os primeiros andares do imóvel.

Na maioria dos casos ele é projetado no primeiro andar, mas nada impede que seja adaptado um mezanino metálico nos pisos superiores.


Há alguma restrição para sua instalação? 

Qualquer residência pode construir um mezanino no ambiente? Existe algum tipo de restrição? Essas são algumas das dúvidas mais comuns quando o assunto é o mezanino metálico.

A única restrição quanto a sua utilização é em relação à eficiência na sua usabilidade. Como assim? É que para a instalação do mezanino é preciso que o imóvel possua uma altura adequada.

Ou seja, possuir um pé direito duplo. Pé direito é a denominação conhecida na arquitetura para a medida entre o piso e o teto, sendo o seu padrão cerca de 2,70 metros. Porém, há ainda a possibilidade do imóvel ter até o dobro desse tamanho, e nesses casos isso é denominado como pé direito duplo.

Caso o ambiente tenha um teto muito baixo, dificilmente será possível aproveitar o espaço da melhor maneira. Por isso, quando for fazer sua instalação, opte pelo ambiente do imóvel que possua a maior altura.

Vantagens da utilização do mezanino metálico nas residências

Reutilização do material

Uma das maiores preocupações das pessoas quando pensam em reformar seu imóvel é a probabilidade de se arrependerem depois e precisar fazer outra grande obra. Mas com o mezanino metálico não será assim.

Além de ter uma fácil instalação, sem grandes transtornos, toda sua estrutura metálica é totalmente sustentável e reutilizável. Ou seja, caso você se arrependa ou queira modificar a estrutura de alguma forma, as peças do material não serão perdidas e podem ser utilizadas novamente em outro projeto.


Custo benefício e resistência

O Mezanino metálico tem um custo bem menor quando comparado com outras possibilidades de construção, como o concreto, por exemplo. Além disso, por ser uma estrutura metálica, possui maior resistência que a maioria dos materiais de construção.

Versátil e funcional

O Mezanino metálico é uma ótima estratégia para dar uma sensação de amplitude no ambiente. Além disso, por ser uma estrutura extremamente versátil, é possível adaptá-la para qualquer tipo de decoração do seu imóvel.

Você pode inclusive misturar materiais, como o vidro, por exemplo, com o metal na concepção da estrutura e o resultado é incrível.



O mezanino pode ser utilizado para inúmeras finalidades distintas na sua residência. As mais comuns são para a construção de um ambiente home office, uma área de biblioteca ou até um espaço para ser usado como um depósito.

Importante contar com uma mão de obra especializada

É importante que a instalação seja feita por uma equipe qualificada e experiente no segmento. Isto porque para garantir a segurança na instalação é importante que seja feito procedimentos como o cálculo estrutural da construção e uma projeção adequada da estrutura, assim como acompanhamento da execução.

Comprar ou alugar imóvel: o que vale mais a pena?


O que vale mais a pena, comprar ou alugar imóvel? Essa é uma das dúvidas mais comuns entre a população e também uma decisão que deve ser feita com muito cautela e planejamento. Afinal, estamos falando de um passo decisivo na vida. 

Mas você sabe o que deve ser levado em conta quando for avaliar o que é melhor para você? No texto a seguir levantamos algumas reflexões que podem ajudá-lo a chegar na decisão mais acertada para você. Confira!

Avalie o seu momento de vida antes de decidir comprar ou alugar imóvel


Antes de tomar uma decisão, você deve levar em consideração uma série de itens que podem influenciar na sua escolha. Como por exemplo: 
  • Você planeja ter filhos em breve?
  • Como estão as suas perspectivas profissionais? Há alguma possibilidade de transferência?
  • E claro, como anda a sua situação financeira? 

Essas são apenas algumas das reflexões que devem ser feitas antes de decidir comprar ou alugar imóvel. Cada uma delas podem fazer com que você siga direções completamente diferentes. 

A chegada de filhos muda toda a vida do casal, e é importante ter um imóvel confortável para recebê-lo. Além disso, uma criança significa novos gastos e talvez sua prioridade financeira venha a mudar completamente. 

Quanto às suas expectativas profissionais, se há alguma possibilidade que seja de mudança de cidade, o mais indicado é não se comprometer com um investimento tão alto e definitivo no momento. Espere o momento certo para isso, onde você esteja estável na carreira. 

A importância do planejamento financeiro 


É fundamental que haja um planejamento bem estruturado para adquirir um imóvel. É através desse planejamento que você terá a melhor resposta para o questionamento de qual a melhor opção para você, comprar ou alugar imóvel. 

Sem isso, você pode acabar dando um tiro no pé, se precipitando nessa decisão e se atolando em dívidas. Portanto, dê uma atenção especial a esse processo para que o sonho da casa própria não vire pesadelo.

No primeiro momento pesquise as melhores opções de pagamentos disponíveis no mercado. Pondere sobre as vantagens e desvantagens de cada uma delas e crie cenários financeiros de acordo com a sua realidade financeira.

Você pode optar por comprar o imóvel, por um financiamento habitacional, consórcio bancário, enfim, são diversas as opções. O importante é encontrar aquela que melhor se encaixe com a sua realidade.

Caso opte pelo financiamento você deve avaliar o quanto está disposto a investir da renda mensal familiar. O ideal é que sejam investidos até 20% do total, segundo especialistas financeiros indicam.

Quando comprar um imóvel é a melhor decisão? 


Em primeiro lugar é importante deixar claro que a compra da casa própria vai muito além do que avaliar se isso será um bom investimento ou não. Essa é uma decisão que envolve sonhos de vida, envolve o lado emocional, às vezes até mais que o racional.

Mas isso não quer dizer que você deve fechar qualquer negócio. É muito importante que seja feito o devido planejamento, como citamos acima, e com isso, você possa encontrar o melhor negócio possível para você. 

A compra de um imóvel próprio significa estabilidade. Se você está em um momento onde você busca essa estabilidade e você pode se comprometer com um investimento desses, comece suas pesquisas agora mesmo para achar o lugar ideal. 

Neste texto elencamos algumas dicas importantes para quem vai comprar o primeiro imóvel. 

Quando alugar um imóvel é a melhor solução? 


Muitas pessoas acreditam que alugar um imóvel significa perder dinheiro, mas não é bem assim. Avaliando friamente, muitas vezes inclusive, o aluguel é a melhor opção em muitos casos.

Em muitos casos vale mais a pena pegar esse dinheiro do casa própria ou da entrada, pelo menos, e deixar ele investido durante um tempo. E com o rendimento talvez seja possível pagar o aluguel e ainda juntar uma quantia para quem sabe investir em um imóvel melhor no futuro. 

Existem algumas calculadoras online que podem ajudá-lo a avaliar se o melhor negócio para o seu caso é comprar ou alugar imóvel. Confira aqui e aqui


Venda e Aluguel de imóveis na Universal


Seja qual for a sua decisão de comprar ou alugar imóvel, aqui na Universal você tem a certeza que encontrará um local do jeito que você sempre sonhou. 

Além de contar com o maior inventário imobiliário de Juiz de Fora, com mais de 1.200 opções, você também encontra os mais variados tipos de imóveis, em diferentes bairros de Juiz de Fora e pelo valor que você está procurando.

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