Sindico paga condominio? Tire sua dúvida!


Uma dúvida muito comum de quem mora em condomínio é: afinal, síndico paga condomínio? Ou há algum tipo de salário pelos serviços prestados? Esses direcionamentos estão previstos em alguma legislação?

No texto a seguir vamos esclarecer as principais dúvidas a respeito da atuação do síndico no condomínio. Confira!

Afinal, síndico paga condomínio? 

O pagamento ou não da taxa condominial pelo síndico vai depender das definições impostas na convenção de cada condomínio.

Ou seja, não há uma regra geral que diz que se o sindico paga condomínio ou não. O mesmo vale para o pagamento de um salário. Todas essas informações devem ser definidas pelos condôminos em assembleia.

Entretanto, o mais comum nos condomínios atualmente é que o síndico fique isento do pagamento da taxa condominial. Afinal, o mesmo está prestando um trabalho em prol do edifício em geral, há uma dedicação de tempo e esforço, e por isso ele acaba recebendo uma remuneração direta ou indireta.

Remuneração direta x remuneração indireta 

A remuneração do síndico ocorre geralmente de forma direta ou indireta. Entenda:

Direta: este tipo de remuneração é o equivalente a um salário que o síndico recebe. Ela não está prevista em nenhuma legislação, portanto, não um piso ou teto para determinação do valor. Essa definição também fica a cargo da convenção condominial.

Indireta: a remuneração indireta é quando o síndico fica isento do pagamento da taxa de condomínio. Essa isenção pode ser tanto integral, quanto parcial. Por exemplo, o síndico pode ficar isento do pagamento apenas das taxas ordinárias, sendo ainda necessário o pagamento das cotas extraordinárias.

Como funciona a Convenção de Condomínio? 

Como dissemos acima, a definição se o síndico paga condomínio ou não deve estar prevista na convenção de condomínio.

A convenção do condomínio, juntamente com o regimento interno são direcionamentos mais personalizados de cada espaço. Ou seja, são as regras personalizadas de cada edifício.

Entenda a diferença entre os dois:

Convenção do condomínio: é o documento que trata sobre a estrutura do local e os direitos fundamentais de todos os condôminos. Deve estabelecer a forma de convocação e deliberação nas Assembleias, as atribuições do Síndico e Conselho, a forma de cobrança, o modo de aplicação de penalidades, etc.

Regimento interno: diz respeito à regras de convivência entre os moradores. Se existir algum tipo de conflito entre a convenção e o regimento interno do condomínio, deverá prevalecer aquilo que foi estabelecido pela convenção.

Leia também: Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber

Responsabilidades do síndico

O artigo 1.348 do Código Civil elenca quais são as principais responsabilidades do síndico em sua administração. São elas:

  • Convocar a assembléia dos condôminos;
  • Representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns;
  • Dar imediato conhecimento à assembléia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio;
  • Cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembléia;
  • Diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;
  • Elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;
  • Cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas;
  • Prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas;
  • Realizar o seguro da edificação.

Leia mais: Inquilino pode ser síndico? Descubra!
Vida de Condomínio: direitos, deveres e responsabilidades
Subsíndico: qual a sua função na gestão de um condomínio?
Síndico profissional: o que é e quais suas funções no condomínio?

Sonho da casa própria: dicas para comprar seu imóvel


Um dos maiores objetivos de vida de grande parte da população é, com certeza, realizar o sonho da casa própria. Afinal, quem não quer se livrar da renda fixa do aluguel e ter um espaço para chamar de seu?

Se você quer mesmo atingir esse objetivo é preciso que tenha um planejamento muito bem definido. Mas por onde começar então? O que deve ser avaliado para encontrar o imóvel ideal para comprar?

A seguir vamos apresentar algumas dicas importantes que vão ajudá-lo a comprar o seu imóvel. Confira!

Como realizar o sonho da casa própria? 

Se você quer realizar o sonho da casa própria mas não sabe por onde começar, aqui vai algumas dicas:

  1. Comece avaliando sua situação financeira
  2. Estipule um objetivo: até quando você pretende realizar o sonho da casa própria? 
  3. Economize e, se possível, tente conseguir alguma renda extra. 
  4. Conheças as opções disponíveis de financiamento
  5. Procure imóveis que se encaixam dentro da sua realidade financeira

A partir destes passos você já vai conseguir ter uma visão muito mais clara de um planejamento para adquirir um imóvel. E com isso, será capaz de tomar uma decisão mais segura e consciente.

Avaliando sua situação financeira

A decisão de se comprometer com um financiamento de imóveis deve ser feita após um planejamento minucioso e consciente, para que no futuro isso não vire uma dor de cabeça.

Para ajudá-lo (a) se faça os seguintes questionamentos:

  • Quanto sobra do seu salário no final do mês? 
  • É o suficiente para arcar com os gastos? 
  • É possível reduzir alguns gastos atuais para auxiliar no financiamento? 
  • Há quanto tempo você tem uma saúde financeira estável?

São muitos pontos a serem avaliados, mas não precisa se desesperar ainda. Atualmente existem muitas facilidades para obter um financiamento.

Na maioria dos bancos o comprador precisa ter no mínimo 20% do valor do imóvel para conseguir financiá-lo. Alguns como Caixa, Banco do Brasil e Pan Sua Casa exigem apenas 10% de contrapartida do comprador.

O valor pode ser pago total ou parcialmente ao vendedor do imóvel como sinal, uma parcela também pode ser paga quando o banco liberar o financiamento. Tudo irá depender da negociação com o vendedor.

Tenha um objetivo e economize

O que você faz de fato para realizar o sonho da casa própria? Adquirir um imóvel pode parecer uma realidade muito distante, mas não é bem assim.

Você só precisa entender qual é a sua realidade. Conhecer quais são as opções disponíveis no mercado, financeiramente falando, para realizar esse sonho. E traçar meios de como alcançar esse objetivo.

Por exemplo, digamos que você é recém formado, está no seu primeiro emprego e já começou a ficar intrigado a comprar um imóvel. Qual quantia você poderia separar para isso? Em quanto tempo você gostaria de já ter sua casa?

Então este será seu objetivo. A partir disso, claro, será necessário economizar em alguns pontos, cortar certos gastos desnecessários e, se possível conseguir alguma renda extra para não pesar tanto suas finanças.

Opções de financiamento

A melhor opção para realizar o sonho da casa própria é, claro, fazer a compra a vista. Dessa forma não entra na conta da compra as altas taxas de juros e é possível negociar descontos vantajosos. Porém, esta é uma realidade muito distante para grande parte da população.

Logo, as opções mais buscadas são o consórcio e financiamento imobiliário. O mais comum acaba sendo o financiamento mesmo. Há diversas opções disponíveis atualmente no mercado imobiliário para conseguir financiar um imóvel.

Dentre as mais comuns estão:

Financiamento através do FGTS

Isso mesmo, esse é um direito que todo trabalhador que tem carteira assinada possui.

O benefício funciona da seguinte maneira: mensalmente o empregador realiza um depósito equivalente a 8% do valor do salário do funcionário. Para retirar este valor é necessário que a pessoa não possua nenhum outro imóvel em seu nome.

O financiamento através do FGTS faz parte do sistema SFH (Sistema Financeiro de Habilitação), que é um mecanismo do Governo Federal direcionado para a compra do imóvel próprio.

SBPE

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos é a opção de financiamento mais praticada quando os valores do imóvel em negociação estão fora das características e limites expostos no SFH.

Sua principal diferença para os demais financiamentos é uma taxa de juros mais elevado, que pode chegar a até mais de 12% ao ano.

SFI

Uma das opções de financiamento para realizar o sonho da casa própria é o SFI. O Sistema de Financiamento Imobiliário engloba os financiamentos imobiliários que não se encaixam na lei do SFH.

Ou seja, caso o imóvel possua um valor maior do que os limites que citamos acima. Nesse sistema de financiamento não pode ser utilizado o FGTS.

Clique aqui e entenda melhor sobre os principais sistemas de financiamento existentes. 

Dica! 

Antes de fechar qualquer negócio é importante avaliar todas as suas opções para encontrar aquele que melhor vai se encaixar na sua realidade.

Uma boa dica para avaliar suas possibilidades é fazer simulações de financiamento em diferentes bancos. Dessa forma, será possível avaliar como seria o valor das prestações e taxas de juros praticadas em cima do imóvel pretendido.

Leia também:
Primeiro imóvel: dicas importantes para acertar na escolha
Comprar ou alugar imóvel: o que vale mais a pena?

Aluguel direto com proprietário: por que essa não é uma escolha segura?


A opção de aluguel direto com o proprietário pode apresentar uma série de riscos na negociação. Portanto, se você está querendo se mudar em breve e está cogitando essa opção, é importante entender quais são esses riscos antes de tomar uma decisão.

No texto a seguir você vai entender melhor porque o aluguel direto com o proprietário não é uma escolha segura. Confira!

O aluguel direto com o proprietário é seguro?

A resposta no geral é não. Em alguns casos até pode ser uma negociação que dê certo realmente, entretanto, os riscos disso gerar uma dor de cabeça para algumas das partes são enormes.

São alguns dos principais riscos:

  • Documentação irregular.
  • Proprietário ou locatário podem ter seus direitos/deveres negligenciados.
  • Pode gerar atritos entre locador e inquilino.
  • Há risco de golpes.

Portanto, evite o aluguel direto com o proprietário se você não quer correr riscos na negociação e alugue seu imóvel direto com uma imobiliária.

Por que não é um bom negócio fechar o aluguel direto com o proprietário

Além dos riscos citados acima, ao alugar o imóvel direto com o proprietário você fica sujeito a uma série de situações em que algumas das partes envolvidas podem se sentir lesadas de alguma forma. Listamos algumas destas situações:

Proprietário ou inquilino podem não ter seus direitos assegurados

Este é, com certeza, um dos grandes riscos do aluguel direto com o proprietário. Afinal, tudo que envolve questões legais precisa ser tratado com muita responsabilidade. E os riscos de que haja alguma irregularidade em contratos deste tipo de negociação são enormes.

Isso acontece pois geralmente a negociação vai acontecer direto entre proprietário e inquilino, sem o devido suporte judicial.

E, como em todo tipo de transação comercial, a parte legal do contrato de aluguel é extremamente importante para que se esclareça e seja exercido os direitos e deveres de ambas as partes envolvidas.

Portanto, quando isso é feito de forma amadora, é muito provável que isso gere algum tipo de transtorno. E o pior é que, se isso acontecer, muito dificilmente você está assegurado, afinal, a parte legal do contrato não foi bem definida desde o princípio.

Resolução de problemas é dificultada

Quem vive de aluguel sabe que existe uma série de questões que surgem no decorrer do contrato em que é preciso acionar o proprietário. Por exemplo, quando há algum tipo de problema estrutural no imóvel ou algum problema hidráulico.

Quando isso acontece é importante contactar o responsável legal do imóvel para que ele tome as devidas providências. Afinal, o locatário não tem responsabilidade alguma de realizar reparos estruturais. Claro, desde que o mesmo não tenha sido os causado.

Neste sentido, quando há um intermédio de uma imobiliária esta situação pode ser resolvida de forma muito mais rápida. Esta, como mediadora de ambas as partes vai atuar no sentido de garantir que as providências sejam tomadas.

Clique aqui e saiba mais sobre a Lei do Inquilinato que aborda os direitos e deveres de ambas as partes. 

Desgaste no relacionamento

A relação direta entre locador e locatário pode gerar uma série de atritos. Principalmente em momentos mais delicados, como o de reajuste de aluguel, a necessidade de reparos no imóvel, como citado acima.

É neste momento que a imobiliária aparece com um papel importante de mediar essas situações. Ela atuará no sentido de garantir que os direitos e deveres de ambas as partes sejam assegurados.

Aluguel de imóveis na Universal

Agora que você já conhece todas os riscos do aluguel direto com o proprietário deu para perceber que não vale a pena realizar este tipo de negociação, concorda?

Quando você aluga um imóvel direto com a imobiliária você garante o respaldo de uma empresa especializada no mercado. Ou seja, é uma opção mais segura e que vai garantir mais tranquilidade durante o período de vigência do contrato.

Na Universal Imóveis você encontra o maior acervo de imóveis para aluguel de Juiz de Fora. Tem opções para todos os tipos e todos os bolsos. Clique aqui e encontre o imóvel perfeito para você

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Qual a diferença entre Studio, Kitnet, Flat e Loft?


Você sabe qual é a diferença entre studio e kitnet? Se você procura praticidade para o seu dia a dia você precisa conhecer mais sobre essas opções de moradia.

O cotidiano moderno exige dinamicidade e é exatamente isso que este tipo de imóvel oferece. O mercado imobiliário percebeu isso e atualmente podemos encontrar diversas opções de moradia neste estilo.

Os imóveis mais comuns encontrados atualmente são: Studio, Kitnet, Flat e Loft. No texto a seguir vamos explicar quais são as principais características de cada um deles. Confira!

Benefícios de um apartamento compacto

Antes de explicar a diferença entre studio e kitnet, além das demais opções, vamos apresentar os principais motivos que tornam esta modalidade de moradia uma boa solução para você.

O ponto principal é que, apartamentos compactos compõem um ambiente prático e funcional, com garantia de qualidade de vida. Por isso, este modelo de imóvel se torna uma ótima opção para públicos que procuram mobilidade, ganho de tempo e conveniência.

Ambientes integradas são mais fáceis de manter organizado, simplificando consideravelmente a rotina. Se você fica pouco em casa e procura funcionalidade no dia a dia, essa pode ser a solução perfeita.

Diferença entre Studio e Kitnet e demais opções 

A principal característica desta modalidade de moradia é o fato de serem um ambiente compacto, com cerca de 40 metros quadrados. 

O que vai diferenciar cada um deles é a forma como são feitas as divisões internas de ambientes, assim como suas características estéticas. Entenda melhor a seguir:

O que é um apartamento Studio? 

Studios são apartamentos que contam com cômodos integrados e podem dispor de um dormitório delimitado com paredes. Geralmente estão localizados em áreas estratégicas das cidades, onde há boa infraestrutura de lazer e serviços.

Os studios residenciais geralmente possuem tamanhos que variam de 30m² a 70m². Esta nova modalidade de imóveis vêm para renovar o conceito de quitinetes, modernizando seu conceito para atender vários tipos de público.

Conheça o Raya Smart em Juiz de Fora! 


O Raya Smart é o mais novo empreendimento de Juiz de Fora e chegou com objetivo de atualizar o modo de morar das pessoas. Ele consiste em um studio de 1 quarto para uma geração prática e descomplicada, com o espaço ideal para se viver bem!

Apartamentos modernos, do tamanho das suas prioridades, com o lazer que você necessita e prontos para morar em 6 meses. Tudo cuidadosamente pensado, para tornar a vida de seus moradores uma experiência única de conforto e privacidade, e com padrão de qualidade superior da Raya Engenharia.

O que é uma Kitnet? 


As kitnets foram as precursoras para a criação de toda essa variedade de apartamento pequeno, podemos assim dizer. Geralmente, elas são compostas por ambientes mais simples e básicos, principalmente se comparado às demais opções.

Possuem uma sala conjugada ao quarto, com uma área próxima para a cozinha e com o banheiro separado por uma parede ou divisória.

O que é um Loft? 



A modalidade de moradia estilo loft surgiu dos antigos armazéns dos Estados Unidos. Por isso, uma característica muito marcante dessa opção de moradia é o fato de possuir uma decoração mais rústica, com um cenário bem industrial.

É comum que este tipo de imóvel possua um ambiente um pouco maior do que os 50 metros quadrados. E todos os ambientes ficam localizados em um único espaço.

Entretanto, por ter como característica o pé-direito alto, é comum que haja instalação de mezaninos. Esta solução é indicada para quem busca otimizar o espaço do ambiente e, normalmente, constrói-se ali o dormitório do loft.

Clique aqui e confira dicas de como aproveitar o mezanino para aumentar a área útil da sua casa.

O que é um Flat? 


O Flat é um tipo de apartamento muito comum nos filmes e novelas, sendo também conhecido como apart-hotel. O ambiente é separado por divisões para cada espaço como cozinha, quarto, copa e banheiro. 

Sua principal característica é o fato de que os flats tem à disposição serviços similares ao de um hotel, como lavanderia, lanchonete, limpeza, etc. É uma modalidade de moradia mais buscada por pessoas que procuram um espaço para alugar por um curto período.

Responsabilidade do síndico: conheça todas as suas funções e obrigações


Você sabe qual é a responsabilidade do síndico na gestão do condominial? Todo mundo que mora em condomínio sabe da importância dessa figura para a administração do local, e para a manutenção da ordem e qualidade de vida de todos os moradores. Mas muitos não sabem exatamente quais são as suas atribuições.

No texto a seguir vamos apresentar quais são as principais obrigações do síndico na administração do condomínio. Confira!

Função do síndico de acordo com a legislação

A lei que regulamenta a função de síndico é a de n° 10.406 do Código Civil, o documento estabelece que este deve cumprir o papel de:

“Representar ativa e passivamente o condomínio, em juízo ou fora dele, respondendo pelos atos necessários à defesa dos interesses comuns.”

O síndico é a figura responsável por representar o interesse de toda a comunidade condominial. O responsável por cumprir esse papel é escolhido em Assembleia Geral pela maioria dos moradores presentes.

Essa decisão deve estar discriminada na ata da reunião e deve ser levada para registro no Cartório de Registro de Documentos, com validade de dois anos

É importante deixar claro que, o síndico não é um empregado do condomínio, logo não lhe são aplicadas as normas regulamentadoras da legislação trabalhistas.

Responsabilidade do síndico segundo o Código Civil

O artigo 1.348 do Código Civil elenca quais são as principais responsabilidades do síndico em sua administração. São elas:

  • Convocar a assembléia dos condôminos;
  • Representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns;
  • Dar imediato conhecimento à assembléia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio;
  • Cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembléia;
  • Diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;
  • Elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;
  • Cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas;
  • Prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas;
  • Realizar o seguro da edificação.

O documento traz também de forma implícita a possibilidade de criação da função de subsíndico. Ou seja, a designação de uma outra pessoa responsável por auxiliá-lo em suas obrigações:

“Poderá a assembléia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação.”

“O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembléia, salvo disposição em contrário da convenção.”

Mas afinal, qual seria a função do subsíndico? Podemos descrever a função do subsíndico como sendo um braço direito do síndico na administração do condomínio. Quando a demanda gerencial se torna muito pesada, esse cargo aparece como solução para ajudar a direcionar melhor as demandas.

Clique aqui e entenda melhor o papel do subsíndico na administração de condomínios. 

É responsabilidade do síndico mediar tumultos no condomínio? 

O síndico atua como representante legal do condomínio, porém não cabe a ele intervir em eventuais brigas entre moradores, afinal ele não é uma autoridade em segurança.

Em casos de barulho em excesso, o papel do síndico é notificar o condômino em questão. Caso a infração venha a se repetir, ele deve aplicar as penalidades que estão previstas na convenção do condomínio ou no regulamento interno e, em última instância, pode-se recorrer ao Judiciário.

Em caso de ofensas pessoais ou agressões, aquele que se sentir lesado deve procurar os meios legais, com acionamento da força policial, se necessário.

Prestação de contas

É responsabilidade do síndico fazer a prestação de contas anual da sua administração. Tal medida está prevista no próprio Código Civil. A determinação visa a transparência e lisura da gestão condominial, de modo que fique claro para todos os moradores quais foram os gastos praticados ao longo do ano.

No documento de prestação de contas o síndico deve apresentar quais foram as despesas previstas dentro do planejamento financeiro designado pela Convenção Condominial. E, caso necessário, destacar gastos extraordinários que surgiram.

Para isso, deve-se arquivar todos os comprovantes de pagamento dos funcionários, além de guardar também as contas pagas durante o ano.

Leia também: Lei do silêncio em condomínios: como funciona?
Síndico profissional: o que é e quais suas funções no condomínio?
3 Dúvidas que todo mundo que mora em Condomínio tem
Vida de Condomínio: direitos, deveres e responsabilidades
Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber

Investir em imóveis: por que essa é uma ótima opção de negócio?


Agora é o melhor momento para investir em imóveis

Dados do mercado imobiliário indicam que este é um bom momento para investir em imóveis. Porém, muitas pessoas ainda têm receio em fazer um investimento imobiliário, muito por desconhecimento da dinâmica do setor.

Afinal, quais são os benefícios de fazer uma aplicação financeira em imóveis? No texto a seguir levantamos as principais informações que você precisa saber para investir em imóveis de forma segura. Confira!

Momento do mercado imobiliário 

Se você estava esperando o momento certo para investir em imóveis pode comemorar porque ele chegou. Nos últimos meses o setor vem registrando números favoráveis para quem busca mais segurança para fazer um investimento. 

Um dos principais indicadores que apontam para um maior aquecimento do mercado imobiliário é a redução da Selic. A taxa, hoje em 5,5% atingiu seu menor patamar desde a sua criação em 1996.

Mas, afinal, de que forma isso vai impactar no crédito imobiliário? Simples, a Selic tem influência direta nas taxas de financiamento cobradas pelos bancos. Como consequência dessa queda, praticamente todas as instituições financeiras reduziram, em média, 0,33% a taxa mínima para linhas de financiamento do mercado imobiliário.

A Caixa Econômica Federal definiu uma taxa efetiva mínima para imóveis de 7,5% ao ano, mais a TR (taxa referencial). 

Logo, a redução da Selic, somada com a inflação em baixa mais a estabilidade dos preços dos imóveis, criaram um cenário positivo para quem está querendo adquirir a casa própria, ou, principalmente investir em imóveis.

Fonte: InfoMoney

Por que é vantajoso investir em imóveis?

Como dissemos acima o bom momento da economia é um dos principais motivos que tornam a compra de um imóvel um bom investimento. Elencamos outros itens que fazem desse segmento um bom negócio. Confira!


Segurança 

A segurança que investir em imóveis representa é com certeza um dos principais atrativos desse tipo de negociação. Tal segurança acontece pois, por ser um patrimônio físico, o imóvel não pode ser confiscado ou congelado pelo Governo, como a poupança, por exemplo.

Além disso, esse tipo de investimento representa para o investir uma renda praticamente certa e vitalícia.

Benefícios fiscais

Dependendo da negociação ao realizar um investimento imobiliário você pode obter uma série de benefícios fiscais, obtendo deduções sobre os seguintes itens:

  • Juros de hipotecas
  • Fluxo de caixa de propriedades de investimento
  • Despesas operacionais e custos
  • Impostos sobre a propriedade
  • Seguro
  • Depreciação

Além disso, se a negociação envolve um imóvel residencial existe ainda a chance de você obter isenção do Imposto de Renda. Isso acontece caso a pessoa use todo o dinheiro da venda do imóvel na aquisição de um outro imóvel residencial em até 180 dias.

Valorização

Mesmo em períodos de crise no país, o setor imobiliários é um dos que menos sofrem impactos. Afinal, é um mercado que conta com uma alta procura durante todo o ano e conta com valorizações constantes.

Além disso, o valor das parcelas da compra de imóvel, o valor dos aluguéis, dentre outras transações do mercado imobiliário são automaticamente atualizados pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC), índice de inflação de preços do setor da construção civil.

O que observar na hora de escolher imóveis para investir

Está decidido que vai investir em imóveis? Então agora é o momento de escolher o que comprar. E essa decisão deve ser bastante estratégica.

Elencamos algumas dicas que podem ser seguidas para fazer uma compra vantajosa

  • Busque por regiões que estão valorizadas ou que apresentam potencial de crescimento. 
  • Faça pesquisas de mercado e busque por empreendimentos modernos e que se encaixe na realidade do público da sua região. 
  • Não exceda a sua realidade financeira
  • Opte por imóveis que permitam expansão futura. Com o tempo, você pode optar por realizar reformas para valorizá-lo ainda mais. 

Faça seu investimento com a Universal Imóveis

Além de contar com um extenso acervo de imóveis disponíveis em Juiz de Fora, a Universal também oferece oportunidade de compra de imóveis de vários novos empreendimentos na cidade.

Ou seja, você pode optar por investir em um imóvel já pronto e estruturado ou apostar em novos empreendimentos que estão chegando na cidade. Como é o caso do Condomínio Reserva das Pétalas e o Bom Pastor 360°. Independente de qual for sua escolha, aqui você encontra as melhores condições para investir em imóveis.

Direito de preferência: como funciona a venda de imóveis alugados



Se você vive de aluguel é muito importante conhecer o conceito do Direito de preferência. O termo está relacionado à compra e venda de imóveis alugados. Afinal, o que acontece no caso do proprietário querer vender o imóvel que está alugado para você?

É o que vamos explicar no texto a seguir. Você vai entender como funciona o exercício do direito de preferência, assim como conhecer qual o papel do proprietário e inquilino nesses casos. Continue a leitura e descubra!

O que diz a Lei do Inquilinato sobre o Direito de Preferência? 

O Artigo 27 da Lei do Inquilinato (Lei n° 8.245/91) traz a definição de Direito de Preferência:

“No caso de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão de direitos ou dação em pagamento, o locatário tem preferência para adquirir o imóvel locado, em igualdade de condições com terceiros, devendo o locador dar-lhe conhecimento do negócio mediante notificação judicial, extrajudicial ou outro meio de ciência inequívoca”.

Parágrafo único. “A comunicação deverá conter todas as condições do negócio e, em especial, o preço, a forma de pagamento, a existência de ônus reais, bem como o local e horário em que pode ser examinada a documentação pertinente."

Qual é o procedimento para venda do imóvel alugado? 

Como apresentado acima, o inquilino tem o direito de preferência para aquisição do imóvel. Portanto, quando o proprietário demonstrar a intenção da venda do imóvel, seu primeiro passo deve enviar uma notificação para o atual locatário.

Nesta notificação deve ser anunciada a intenção de venda, assim como todas as condições envolvidas no negócio, como explicamos no item anterior. O inquilino pode ou não aderir à preferência, para isso ele tem um prazo de 30 dias para apresentar sua decisão ao proprietário do imóvel. 

Portanto, há dois cenários possíveis nesse caso: o primeiro é o inquilino aderir ao direito de preferência e demonstrar interesse na compra do imóvel. Neste momento inicia-se as negociações referentes a valores, condições de pagamento etc.

E o segundo cenário é o inquilino não demonstrar interesse na aquisição do imóvel. Nesse caso ele está desistindo do negócio e concordando com a desocupação do local. Portanto, o locatário deve permitir visitações de possíveis compradores no imóvel.

Dicas de como você pode se posicionar nessa situação

Todo mundo que vive de aluguel precisa estar preparado para passar por essa situação. Mas o que fazer quando você se depara com este cenário? É algo que com certeza vai te pegar de surpresa, então é preciso tentar se antecipar ao máximo a esse “problema”. 

É claro que a grande maioria das pessoas sonham em adquirir uma casa própria, não é verdade? Mas para que isso acontece é importante que haja um planejamento financeiro bem estruturado e sejam feitas diversas ponderações para chegar ao momento de comprar um imóvel efetivamente.

Então nossa primeira e principal dica é: tente se planejar para adquirir a casa própria e sair do aluguel. Neste ponto, você precisa avaliar se você teria interesse em comprar o mesmo imóvel que você vive de aluguel atualmente. Caso haja esse interesse, entre em contato com o proprietário para conversar sobre a possibilidade de venda e condições do negócio.

Entretanto, comprar um imóvel pode não estar nos seus planos no seu atual momento de vida e está tudo bem também. Nesse caso você deverá realmente procurar um novo imóvel para morar.

E na Universal Imóveis você encontra as mais variadas opções de imóveis para Aluguel. Contamos com o maior acervo de Juiz de Fora, tudo para você encontrar a escolha perfeita para você. Clique aqui e confira!

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Direito Imobiliário: tudo o que você precisa saber sobre o tema
Quem paga o IPTU do imóvel alugado: locador ou locatário?

7 motivos para morar em Juiz de Fora


Afinal, quais são os benefícios de morar em Juiz de Fora? Se você não é da cidade e está pensando em se mudar, esse texto vai te ajudar a se decidir. A Princesa de Minas, como é conhecida, encanta a todos que aqui fazem moradia.

Seja por suas características climáticas, pelo cenário cultural ou pelos negócios em ascensão, a cidade tem se tornado opção de moradia de muitas pessoas. Fizemos uma lista com 10 motivos para morar em Juiz de Fora. Confira!


1. O clima da cidade

Morar em Juiz de Fora é ter que se acostumar com diferentes climas em um só dia. É frio, calor, chuva, tudo em menos de 24 horas. Então, se você vai se mudar para cá saiba que deve sempre sair com um guarda-chuva e um casaco na bolsa, porque o tempo pode virar a qualquer momento.

Há quem se incomode com tamanha instabilidade, mas tem aqueles que amam o clima mais ameno da cidade. Por aqui dificilmente a temperatura fica elevada por muitos dias, por isso, se você é uma pessoa que prefere frio e foge do calor, você com certeza vai se apaixonar por Juiz de Fora.


2. Cidade Universitária

A Universidade Federal de Juiz de Fora é uma das grandes forças da cidade. Não somente pelo fato de atrair milhares de estudantes na cidade, mas também por suas frentes culturais e de lazer.

A Universidade conta com diversas áreas de lazer para você aproveitar o dia, como o Jardim Sensorial, 200 metros de ciclovia na área central do campus, pista de skate de 350 metros na praça cívica, academia ao ar livre, parque infantil e muito mais.

Além disso, a instituição inaugurou recentemente o Jardim Botânico, um dos principais refúgios da Floresta Atlântica, em meio à área urbana.

3. Localização privilegiada

Juiz de Fora possui localização privilegiada entre os principais pólos econômicos e centros emissores da Região Sudeste: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo.

Portanto, a cidade se torna um ponto estratégico para quem precisa se locomover para um desses locais de forma facilitada.

4. Polo empresarial em ascensão

Principalmente por sua localização estratégica, Juiz de Fora tem atraído inúmeros empreendimentos que veem na cidade uma oportunidade de crescimento.

Só em 2018 a cidade abriu 784 empresas, contra 645 no mesmo período de 2017, um índice 22% maior. Esse crescimento significa que a cidade vem crescendo a cada ano, e com isso contribui para a criação de novos empregos, e melhoria da qualidade de vida dos moradores.

5. Cidade pacata

Muitas pessoas não conseguem se acostumar com a rotina conturbada de grandes metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo. É um trânsito caótico, problemas com transporte público, distâncias muitas longas entre certos serviços, dentre outros itens que podem acabar prejudicando sua qualidade de vida.

E Juiz de Fora nada mais é que um local com porte de cidade grande, que ao mesmo tempo mantém os aspectos positivos de uma cidade pequena. Aqui você e sua família pode levar uma vida mais tranquila e pacata e ainda encontrar quase tudo que encontraria nas grandes metrópoles.

6. Cenário gastronômico

Juiz de Fora traz uma gama enorme de bares e restaurantes com alto padrão. As opções são capazes de oferecer, desde comidas tipicamente mineira a pratos requintados da cozinha internacional.

Tem opção para todos os gostos. Veja aqui algumas dicas de restaurantes que você precisa conhecer no centro da cidade.

7. Cultura

Morar em Juiz de Fora é uma excelente opção para quem não abre mão de programas culturais. A cidade tem uma intensa vida cultural, com seu teatros, espaços culturais e galerias de artes. Ao longo do ano, sedia vários eventos que compõem o calendário oficial de eventos turísticos da cidade.

Espaços como o CCBM, o Cine Theatro Centro e o MAMM, por exemplo, estão sempre trazendo novidades artísticas para a cidade e movimentando o polo cultural de Juiz de Fora.

Lei do silêncio em condomínios: como funciona?

Lei do silêncio em condomínios


Um assunto muito polêmico e que sempre gera discussão é a Lei do Silêncio em condomínios. Afinal, o que diz a legislação sobre um dos temas de maior atrito de convivência comum? Qual o procedimento correto a ser seguido quando houver barulhos excessivos? Quais são as regras exatamente?

Essas são algumas dúvidas comuns entre pessoas que precisam conviver com outros moradores em condomínios.  Nós vamos esclarecê-las. No texto a seguir fizemos um levantamento com tudo o que você precisa saber sobre a Lei do Silêncio em condomínios. Confira!

Para que serve a Lei do Silêncio em condomínios? 

A convivência é muito complicada em qualquer situação, por isso é fundamental que se estabeleça regras para disciplinar certas atitudes. E a Lei do Silêncio é uma das medidas mais recorridas por moradores de condomínios.

Seu principal objetivo é coibir a perturbação do sossego dos moradores. Já pensou ter que conviver diariamente com vizinhos barulhentos, ou com festas intermináveis ao longo da noite? A convivência com certeza se tornaria insuportável.

Por isso, a Lei o Silêncio em condomínios estabelece regras quanto aos ruídos que são permitidos ou não no ambiente. Ela estipula também os horários para certos barulhos, e também as medidas infratórias para quem descumprir as regras.

O que diz a legislação sobre a Lei do Silêncio em condomínios? 

Você sabia que não existe propriamente uma Lei do Silêncio em condomínios na nossa legislação? Isso mesmo, não há nenhuma lei que cita exatamente orientações sobre o tema. 

Entretanto, há algumas medidas legais que podem ser utilizadas como referência para aplicação da Lei do Silêncio em condomínios.

Uma delas é a Lei de Contravenções Penais, mais especificamente no artigo 42 da lei que trata como infração a perturbação de trabalhadores ou o sossego alheios, como:

  • provocar gritaria ou algazarra;
  • abusar de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
  • exercer profissão que gere incômodo ou ruídos, que vão contra às determinações legais;
  • não impedir o barulho provocado pelo animal tutelado.

Outra regra que pode ser aplicada para lei do silêncio em condomínios é recorrer a Lei n° 10.406 do Código Civil, que diz:

“Dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.”

Importância do Regimento Interno

Como não há uma lei que impõe regras mais claras quanto à perturbação do silêncio em condomínios, é possível que se crie uma regulamentação própria interna. A administração de condomínios deve recorrer, portanto, ao regimento interno para estabelecer tais medidas.

O regimento, por sua vez, não tem poder de ir contra nenhuma lei.  Entretanto, quando não há leis que atendam à determinados quesitos é possível que elas sejam estabelecidas no regimento. Logo, devem ser votadas e definidas de comum acordo com todos os condomínios.

Por exemplo, há um senso comum de que só pode fazer barulho até às 22h. Porém, não há nenhuma lei que estabeleça um horário exatamente. Portanto, essa é uma medida que deve aparecer no regimento interno do condomínio. São regras que também podem estar presente no documento:

  • Os dias da semana em que é permitido utilizar a área social do condomínio.
  • O valor da multa caso algum condômino desobedeça as regras da Lei do Silêncio do condomínio.
  • A pessoa responsável por avaliar as reclamações de barulhos. 
  • O que é um ruído aceitável até determinado horário.

Enfim, as medidas no Regimento Interno vai depender muito de como é o convívio em cada local. E elas podem também serem atualizadas com o tempo na medida em que novos problemas possam surgir.

Fique de olho no blog da Universal Imóveis. Leia também: 

3 Dúvidas que todo mundo que mora em Condomínio tem
Vida de Condomínio: direitos, deveres e responsabilidades
Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber

Como conseguir um fiador para aluguel e agilizar a mudança? Descubra!


Você sabe como conseguir um fiador para alugar um imóvel? Essa é uma das principais dificuldades das pessoas para fechar um contrato de locação. Isso porque é um processo muito burocrático e que demanda muita confiança por parte do fiador.

É nessa etapa que muitas pessoas acabam demorando mais para conseguir se mudar. Para ajudá-lo nesse processo separamos algumas dicas de como conseguir um fiador. Confira a seguir!

Dicas de como conseguir um fiador 

A grande maioria dos contratos de aluguel exigem a participação de um ou até dois fiadores no processo.

Para ser fiador a pessoa precisa ter uma renda de no mínimo o valor de três vezes o aluguel, além de ter um imóvel registrado em seu nome. Na maioria dos casos, inclusive, há a exigência de que esse imóvel esteja necessariamente registrado na mesma cidade em que o imóvel pretendido para aluguel.

Confira as dicas que preparamos de como conseguir um fiador mais rapidamente

Procure pessoas próximas 

Pode ser difícil encontrar alguém para se tornar seu fiador pois este é um compromisso que envolve muita confiança. Há riscos financeiros reais para a pessoa que aceitar esse papel.

Por isso, pessoas que são mais próximas a você estarão mais inclinadas a aceitar esse compromisso. Pode ser algum parente ou amigo próximo que confie em você e vice versa.

Explique bem a situação 

Independente da proximidade com a pessoa que você está pedindo o favor, é importante que você esclarece muito bem quais são as responsabilidades que você está solicitando a pessoa.

Informe o motivo pelo qual você está procurando um novo imóvel e apresente também quais são os valores do contrato. É interessante também que você deixe claro como está a sua situação financeira atual, apresentando garantias de que não haverá riscos para a pessoa que se comprometer a ser seu fiador.

Adiante a parte burocrática 

A burocracia no contrato de aluguel é muito maior para o fiador do que para o próprio inquilino. O fiador deverá fornecer uma série de documentos para comprovar sua renda e posses, de modo a garantir a segurança locatícia para o proprietário do imóvel.

Logo, quando for pedir à pessoa para ser seu fiador já antecipe toda essa parte burocrática. Deixe claro qual a documentação necessário, e o que está envolvido de fato no contrato quanto aos riscos financeiros e jurídicos.

Fizemos uma lista com alguns dos documentos mais comuns que são exigidos do fiador em um contrato de locação. Confira:

  • Comprovante de residência
  • RG ou CPF
  • Comprovante de renda (que seja superior a três vezes o valor do aluguel e dos encargos)
  • Última declaração do Imposto de Renda;
  • Comprovante de estado civil (certidões de nascimento, casamento, divórcio);
  • O fiador que possui imóvel deverá apresentar uma cópia da matrícula atualizada do bem.

Se possível tente negociar as exigências no contrato

As dicas acima de como conseguir um fiador pode ajudá-lo nessa busca, mas nem sempre é fácil encontrar alguém próximo que atenda a todos os requisitos exigidos no contrato.

Logo, caso seja viável você pode tentar negociar as condições diretamente com a imobiliária responsável pelo imóvel ou até diretamente com o proprietário. Apresente uma alternativa para o fechamento de contrato, é muito possível que eles sejam flexíveis em alguns casos para agilizar esse processo.

Alternativas para a garantia locatícia 

O fiador é ainda a garantia locatícia mais utilizada no mercado imobiliário. Porém, justamente por toda a burocracia envolvida neste caso já há inúmeras alternativas possíveis para pessoas que querem alugar um imóvel e não tem como conseguir um fiador.

As principais delas são o depósito caução e o seguro fiança, mas tem também opções onde o inquilino pode fechar o contrato utilizado apenas seu cartão de crédito. Entenda melhor sobre cada uma dessas alternativas:

Depósito caução

Para quem não sabe o depósito caução é um pagamento que o inquilino deve realizar no momento da assinatura do contrato. Este valor deve ser no total de três aluguéis, não sendo permitido exceder este valor.

O primeiro passo para o pagamento do depósito caução é a abertura de uma conta conjunta entre locador e locatário. Nesta conta deverá ser realizado o depósito no total de três aluguéis.

Este valor será então devolvido ao locatário no momento do encerramento do contrato de aluguel. Este depósito, por sua vez, gerou rendimento durante o período em que ficou parado na poupança, logo, no término do contrato, ele será devolvido ao ex-inquilino com os valores corrigidos.

Seguro fiança

O seguro fiança funciona da seguinte maneira: enquanto inquilino você deverá ser responsável pelo contratação e pagamento do seguro junto à seguradora.

Enquanto isso, o proprietário está segurado enquanto beneficiário do seguro, ou seja, em caso de inadimplência, este está garantido que receberá a indenização.

Ao contratar o seguro fiança é possível também complementar essa cobertura, além do aluguel pode-se incluir o IPTU e condomínio, por exemplo.

Na Universal Imóveis temos a opção das seguradoras Porto Seguro e BNP Paribas Cardif. Nesse caso é necessário preencher uma ficha, que é aprovado em até 24 horas e o locatário precisa levar na imobiliária os seguintes itens:

  • Cópia da Identidade e CPF
  • Ficha cadastral preenchida corretamente
  • Comprovante de renda
  • Comprovante de residência
  • Em caso de autônomo, 3 últimos extratos bancários.

Clique aqui e saiba mais detalhes sobre a modalidade. 

Cartão de crédito 

Esse modelo de aluguel sem fiador é totalmente acessível. Através do UCred o inquilino pode ir até a Universal Imóveis, informar a renda familiar e portando CPF e um cartão de crédito com limite determinado pela imobiliária, assim como a cópia da última fatura paga.

Mais do que isso será necessário apenas um comprovante de residência, e-mail e telefone de contato.

Apenas 15 minutos depois da apresentação destes dados o interessado já têm o retorno sobre a aceitação do seu cadastro. Ou seja, com uma documentação super simples você já consegue saber se está apto a fazer o aluguel através do Cartão de Crédito.

A partir da aceitação dos termos de contrato o cliente insere o código de segurança do seu cartão de crédito e, pronto. Já está totalmente em concordância com o aluguel sem fiador em Juiz de Fora.

Decoração para apartamento alugado: dicas para personalizar o espaço


Decorar apartamento alugado é uma das maiores dificuldades para quem mora de aluguel. Afinal, há uma série de restrições quanto ao que pode e o que não pode ser modificado no imóvel.

Mas isso não significa exatamente que você não pode deixar o lugar mais a sua cara. É possível sim utilizar determinadas estratégias na decoração de apartamento alugado. E nós vamos ajudá-lo nessa tarefa.

Preparamos uma série de dicas para deixar o apê alugado mais personalizado. Então vai pegando papel e caneta e já começa a anotar nossas sugestões. Vamos lá?

Decoração apartamento alugado: fique atento às restrições contratuais

Antes de começar a decorar apartamento alugado é importante procurar saber exatamente o que foi definido em contrato em relação à mudanças no imóvel. 

Nesse documento deve conter todas as exigências que o locatário deve seguir durante o período de uso do imóvel. Por exemplo, o locatário é obrigado a reparar todos os danos provocados por ele durante a vigência do contrato. Assim como realizar devidas manutenções de conservação do bem.

Resumidamente, o inquilino deve entregar o imóvel no mesmo estado em que recebeu, de acordo com aquilo que foi estipulado no termo de vistoria.

Importância da vistoria

Por isso, a importância de uma atenção minuciosa durante a vistoria por parte do inquilino. Observe possíveis problemas no imóvel que podem gerar uma grande dor de cabeça no futuro.

E tenha consciência de que qualquer mudança a ser feita no local terá que ser desfeita quando você devolvê-lo. Portanto, pense bem se esse é um gasto realmente necessário.

Você pode decorar seu apartamento de outras maneiras, sem a necessidade de realizar grandes alterações no local. Então vamos logo às nossas dicas.

Dê preferência para móveis independentes

O mais importante de se ter em mente é a necessidade de soluções rápidas, e de preferência “móveis”. Com isso fica mais fácil você levar tudo com você em caso de uma eventual mudança de endereço.

Como sabemos, aluguel é algo temporário, mesmo que seja algo por tempo indefinido, a melhor medida nesses casos é estar precavido para todos os cenários.

Móveis soltos são uma excelente opção para quem vive de aluguel. Além da funcionalidade você não fica preso ao espaço específico do imóvel, como seria nos casos de móveis planejados, por exemplo.

Veja aqui dicas de como escolher os móveis ideais para quem vive de aluguel.

Faça uso de papéis de parede 

O papel de parede é uma excelente opção de decoração para apartamento alugado. Isso porque se você decidir pintar o seu imóvel, você vai precisar fazer uma nova pintura quando entregar o imóvel ao proprietário.

Logo, com o papel de parede você pode conseguir uma mudança no ambiente, sem ter a necessidade de passar por um novo transtorno. 

Além disso, existem inúmeros modelos e estampas de papéis de parede atualmente no mercado. Você pode usar e abusar da criatividade para deixar o ambiente divertido e com a sua personalidade estampada.


Invista em quadros

Os quadros podem ser o seu melhor amigo na decoração de apartamento alugado. Estes itens deixam qualquer ambiente mais moderno e autêntico. E, quando combinados com a decoração do local cria uma composição estética incrível.


Tenha a natureza ao seu lado

Uma das mais antigas e duradouras tendências de interiores é a utilização de plantas e flores como artigos decorativos. Use e abuse do verde para dar vida à decoração do apartamento alugado.

Você pode optar por fazer algo parecido com um jardim interno dentro do espaço ou apenas inserir algumas plantas pela casa. O resultado é de um ambiente muito sofisticado e com muita vida.


Uso de espelhos para ampliar o ambiente

Essa é uma das principais estratégias na arquitetura para conseguir a amplificação do ambiente. Isso porque o reflexo dos espelhos vão dar a sensação de amplitude no espaço.

Se você tem algum cômodo pequeno que deseja valorizá-lo, essa é a principal estratégia. A dica é optar pela aplicação de espelhos grandes, de preferência instalados em toda parede.

Espelhos maiores são mais indicados para a aplicação em ambientes sociais, como na sala de jantar e quartos, por exemplo. Uma boa dica para uso de espelhos no quarto é optar pela instalação na própria porta do armário.


Alugue seu imóvel na Universal

Agora que você já conheceu várias dicas de decoração de apartamento alugado é a hora de escolher o imóvel perfeito para você. Na Universal você encontra a mais diversa gama de opções de Juiz de Fora. Clique aqui e encontre a opção ideal para você.

Quem paga o IPTU do imóvel alugado: locador ou locatário?


O IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) é um encargo que incide sobre toda propriedade imobiliária. Ainda há muitas dúvidas envolvendo o imposto, uma das principais é: afinal, quem paga o IPTU do imóvel alugado: locador ou locatário?

No texto a seguir vamos responder a essa e outras questões que envolvem o pagamento do imposto. Continue a leitura e descubra.

Quem paga o IPTU do imóvel alugado? 

Quem paga o IPTU do imóvel alugado é o  inquilino. A Lei Federal nº 8.245, de 1991, conhecida como Lei do Inquilinato, transfere essa responsabilidade para o locador do imóvel. O artigo 22 inciso VIII diz que:

“O locador é obrigado a: pagar os impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel, salvo disposição expressa em contrário no contrato.”

Ou seja todas as taxas referentes ao imóvel no qual o indivíduo está residindo recairá sobre sua responsabilidade.

Entretanto, é importante frisar que, juridicamente falando o responsável pelo pagamento é o proprietário do imóvel. Isso acontece porque, segundo o Código Tributário Nacional, esse é um imposto que se refere a propriedades. Logo, o responsável final é o dono do imóvel.

Por que o inquilino é quem paga o IPTU? 

Quem paga o IPTU do imóvel alugado é o inquilino pois, no valor do imposto são embutidos gastos de uso direto do imóvel. Ou seja, são gastos que são usufruídos pelo locador, como é o caso da coleta de lixo, por exemplo.

O valor cobrado no IPTU é  também uma das referências para a precificação da mensalidade. Ou seja, já é previsto um "desconto" no valor do aluguel devido a esse gasto.

Quer entender como é feito o cálculo para definir o valor do IPTU de cada imóvel? Veja no artigo "Como é calculado o IPTU?" e confira todas as informações.


O que acontece caso o imposto não seja pago? 

Mesmo que a Lei do Inquilinato diga que o pagamento das taxas do imóvel deve ser feita pelo inquilino, perante a justiça o responsável pelo imposto é o proprietário.

Logo, caso o pagamento não seja efetuado todas as cobranças legais serão direcionados para o locatário, e nada recairá sobre o locador.

Mas como proceder então? O mais correto a se fazer é firmar um contrato de locação em que esteja claro que quem paga o IPTU do imóvel alugado é o locador. Essa é uma forma do proprietário se resguardar contra qualquer problema.

Ou seja, caso o pagamento não seja efetuado e o proprietário seja acionado legalmente, este terá o contrato como meio legal para recorrer. O locatário poderá então acionar juridicamente o locador e exigir o ressarcimento dessa quantia.

Como deve ser cobrado o IPTU?

O IPTU é um imposto cobrado anualmente sobre toda propriedade imobiliário. Porém, o mais comum nos contratos de locação é que o pagamento do imposto seja cobrado mensalmente.

Ou seja, o valor do IPTU já será embutido no preço do aluguel. Essa é a melhor forma do proprietário assegurar que o pagamento do imposto será feito corretamente pelo inquilino.

Leia também: Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber
Dúvidas sobre aluguel: entenda quais são seus direitos e deveres
Vida de Condomínio: direitos, deveres e responsabilidades

Apartamento térreo: vantagens e desvantagens dessa moradia


Você vai se mudar em breve e se deparou com uma série de decisões para tomar, não é mesmo? Uma deles é em relação a localização do apartamento, será que apartamento térreo é uma boa opção? Ou é melhor optar por andares superior?

Nós vamos ajudá-lo a chegar a uma conclusão sobre o apartamento térreo. Fizemos uma lista com as principais vantagens e desvantagens dessa modalidade de imóvel. Confira a seguir

Vantagens de um apartamento térreo

Confira a lista que preparamos com os principais benefícios para se mudar para um apartamento no térreo:

Valor mais baixo

O valor é, com certeza, uma das maiores vantagens de se optar por um apartamento térreo. Geralmente existe uma diferença que pode chegar até a 30 % entre o imóvel no térreo e os apartamentos de andares superiores.

A regra em condomínios costuma ser a seguinte: quanto mais alto o andar, maior costuma ser o preço do apartamento. 

O valor pago por um imóvel é influenciado por diversos fatores, sendo um dos principais dele a localização. Não somente em relação ao bairro, mas como dito acima também em relação ao andar em que o apartamento está localizado.

Há também que se ponderar a posição do apartamento. Por exemplo, se o imóvel está localizado na fachada do prédio ele provavelmente terá um valor maior que aquele que fica para os fundos.

Enfim, existem uma série de fatores que será analisada para valorizar ou desvalorizar determinados imóveis. Cabe a você ponderar quais deles são importantes para você.

Facilidade de locomoção 

Morar no apartamento térreo é vantajoso pela facilidade de locomoção, ou seja, entrar e sair de casa é muito mais rápido. Descomplicado também, uma vez que você não precisa subir escadas ou ficar esperando pelo elevador.

Isso sem falar também da facilidade no processo de mudança. Só quem já passou por uma mudança sabe a dor de cabeça que é subir e descer com imóveis pelas escadas do prédio.

Além disso, morar no primeiro andar é uma excelente opção para pessoas com mobilidade reduzida, como idosos e pessoas com deficiência.

Dessa forma, não é necessário grandes esforços para entrar e sair de casa, trazendo mais praticidade e consequentemente mais qualidade de vida para o dia a dia.


É um bom investimento 

Como dissemos acima, apartamento térreo costuma ter uma valor menor que nos demais andares. O que pode facilitar o processo de venda/aluguel do imóvel caso o proprietário tenha interesse em retorno financeiro imediato.

Afinal, morar em um bom condomínio por um valor menor que os demais andares é um atrativo e tanto para divulgação do imóvel.

Desvantagens de um apartamento térreo

Como nem tudo são flores, existem também alguns fatores que podem fazer com que a ideia de se mudar para um apartamento térreo não seja vantajosa para você. Listamos as principais desvantagens:

Menos privacidade

Devido a altura do imóvel e proximidade da rua, a privacidade dos moradores pode acabar sendo comprometida. Em determinados casos, as pessoas na rua conseguem inclusive ver dentro do apartamento, sendo necessário maior cautela por parte dos moradores em alguns momentos.

Mais barulho

A proximidade com a rua e com as áreas de lazer do condomínio podem gerar um barulho desconfortável no apartamento térreo.

E muito dificilmente será possível abafar esses ruídos com facilidade. Logo, se você é uma pessoa que se incomoda muito com esse tipo de problema, não é uma boa opção mudar para um apartamento térreo.

Segurança

A questão de segurança é um dos principais receios das pessoas em se mudarem para um apartamento térreo. Isso acontece pois, por estar no primeiro andar, o acesso ao apartamento é mais facilitado, ficando mais suscetível à assaltos.

Entretanto, esse receio é facilmente eliminado quando você se muda para um condomínio que conta com uma boa rede de segurança. Portanto, busque por prédios que tenham câmeras de segurança, portaria 24 horas, enfim, recursos que vão lhe garantir mais tranquilidade.