Como conseguir um fiador para aluguel e agilizar a mudança? Descubra!


Você sabe como conseguir um fiador para alugar um imóvel? Essa é uma das principais dificuldades das pessoas para fechar um contrato de locação. Isso porque é um processo muito burocrático e que demanda muita confiança por parte do fiador.

É nessa etapa que muitas pessoas acabam demorando mais para conseguir se mudar. Para ajudá-lo nesse processo separamos algumas dicas de como conseguir um fiador. Confira a seguir!

Dicas de como conseguir um fiador 

A grande maioria dos contratos de aluguel exigem a participação de um ou até dois fiadores no processo.

Para ser fiador a pessoa precisa ter uma renda de no mínimo o valor de três vezes o aluguel, além de ter um imóvel registrado em seu nome. Na maioria dos casos, inclusive, há a exigência de que esse imóvel esteja necessariamente registrado na mesma cidade em que o imóvel pretendido para aluguel.

Confira as dicas que preparamos de como conseguir um fiador mais rapidamente

Procure pessoas próximas 

Pode ser difícil encontrar alguém para se tornar seu fiador pois este é um compromisso que envolve muita confiança. Há riscos financeiros reais para a pessoa que aceitar esse papel.

Por isso, pessoas que são mais próximas a você estarão mais inclinadas a aceitar esse compromisso. Pode ser algum parente ou amigo próximo que confie em você e vice versa.

Explique bem a situação 

Independente da proximidade com a pessoa que você está pedindo o favor, é importante que você esclarece muito bem quais são as responsabilidades que você está solicitando a pessoa.

Informe o motivo pelo qual você está procurando um novo imóvel e apresente também quais são os valores do contrato. É interessante também que você deixe claro como está a sua situação financeira atual, apresentando garantias de que não haverá riscos para a pessoa que se comprometer a ser seu fiador.

Adiante a parte burocrática 

A burocracia no contrato de aluguel é muito maior para o fiador do que para o próprio inquilino. O fiador deverá fornecer uma série de documentos para comprovar sua renda e posses, de modo a garantir a segurança locatícia para o proprietário do imóvel.

Logo, quando for pedir à pessoa para ser seu fiador já antecipe toda essa parte burocrática. Deixe claro qual a documentação necessário, e o que está envolvido de fato no contrato quanto aos riscos financeiros e jurídicos.

Fizemos uma lista com alguns dos documentos mais comuns que são exigidos do fiador em um contrato de locação. Confira:

  • Comprovante de residência
  • RG ou CPF
  • Comprovante de renda (que seja superior a três vezes o valor do aluguel e dos encargos)
  • Última declaração do Imposto de Renda;
  • Comprovante de estado civil (certidões de nascimento, casamento, divórcio);
  • O fiador que possui imóvel deverá apresentar uma cópia da matrícula atualizada do bem.

Se possível tente negociar as exigências no contrato

As dicas acima de como conseguir um fiador pode ajudá-lo nessa busca, mas nem sempre é fácil encontrar alguém próximo que atenda a todos os requisitos exigidos no contrato.

Logo, caso seja viável você pode tentar negociar as condições diretamente com a imobiliária responsável pelo imóvel ou até diretamente com o proprietário. Apresente uma alternativa para o fechamento de contrato, é muito possível que eles sejam flexíveis em alguns casos para agilizar esse processo.

Alternativas para a garantia locatícia 

O fiador é ainda a garantia locatícia mais utilizada no mercado imobiliário. Porém, justamente por toda a burocracia envolvida neste caso já há inúmeras alternativas possíveis para pessoas que querem alugar um imóvel e não tem como conseguir um fiador.

As principais delas são o depósito caução e o seguro fiança, mas tem também opções onde o inquilino pode fechar o contrato utilizado apenas seu cartão de crédito. Entenda melhor sobre cada uma dessas alternativas:

Depósito caução

Para quem não sabe o depósito caução é um pagamento que o inquilino deve realizar no momento da assinatura do contrato. Este valor deve ser no total de três aluguéis, não sendo permitido exceder este valor.

O primeiro passo para o pagamento do depósito caução é a abertura de uma conta conjunta entre locador e locatário. Nesta conta deverá ser realizado o depósito no total de três aluguéis.

Este valor será então devolvido ao locatário no momento do encerramento do contrato de aluguel. Este depósito, por sua vez, gerou rendimento durante o período em que ficou parado na poupança, logo, no término do contrato, ele será devolvido ao ex-inquilino com os valores corrigidos.

Seguro fiança

O seguro fiança funciona da seguinte maneira: enquanto inquilino você deverá ser responsável pelo contratação e pagamento do seguro junto à seguradora.

Enquanto isso, o proprietário está segurado enquanto beneficiário do seguro, ou seja, em caso de inadimplência, este está garantido que receberá a indenização.

Ao contratar o seguro fiança é possível também complementar essa cobertura, além do aluguel pode-se incluir o IPTU e condomínio, por exemplo.

Na Universal Imóveis temos a opção das seguradoras Porto Seguro e BNP Paribas Cardif. Nesse caso é necessário preencher uma ficha, que é aprovado em até 24 horas e o locatário precisa levar na imobiliária os seguintes itens:

  • Cópia da Identidade e CPF
  • Ficha cadastral preenchida corretamente
  • Comprovante de renda
  • Comprovante de residência
  • Em caso de autônomo, 3 últimos extratos bancários.

Clique aqui e saiba mais detalhes sobre a modalidade. 

Cartão de crédito 

Esse modelo de aluguel sem fiador é totalmente acessível. Através do UCred o inquilino pode ir até a Universal Imóveis, informar a renda familiar e portando CPF e um cartão de crédito com limite determinado pela imobiliária, assim como a cópia da última fatura paga.

Mais do que isso será necessário apenas um comprovante de residência, e-mail e telefone de contato.

Apenas 15 minutos depois da apresentação destes dados o interessado já têm o retorno sobre a aceitação do seu cadastro. Ou seja, com uma documentação super simples você já consegue saber se está apto a fazer o aluguel através do Cartão de Crédito.

A partir da aceitação dos termos de contrato o cliente insere o código de segurança do seu cartão de crédito e, pronto. Já está totalmente em concordância com o aluguel sem fiador em Juiz de Fora.

Decoração para apartamento alugado: dicas para personalizar o espaço


Decorar apartamento alugado é uma das maiores dificuldades para quem mora de aluguel. Afinal, há uma série de restrições quanto ao que pode e o que não pode ser modificado no imóvel.

Mas isso não significa exatamente que você não pode deixar o lugar mais a sua cara. É possível sim utilizar determinadas estratégias na decoração de apartamento alugado. E nós vamos ajudá-lo nessa tarefa.

Preparamos uma série de dicas para deixar o apê alugado mais personalizado. Então vai pegando papel e caneta e já começa a anotar nossas sugestões. Vamos lá?

Decoração apartamento alugado: fique atento às restrições contratuais

Antes de começar a decorar apartamento alugado é importante procurar saber exatamente o que foi definido em contrato em relação à mudanças no imóvel. 

Nesse documento deve conter todas as exigências que o locatário deve seguir durante o período de uso do imóvel. Por exemplo, o locatário é obrigado a reparar todos os danos provocados por ele durante a vigência do contrato. Assim como realizar devidas manutenções de conservação do bem.

Resumidamente, o inquilino deve entregar o imóvel no mesmo estado em que recebeu, de acordo com aquilo que foi estipulado no termo de vistoria.

Importância da vistoria

Por isso, a importância de uma atenção minuciosa durante a vistoria por parte do inquilino. Observe possíveis problemas no imóvel que podem gerar uma grande dor de cabeça no futuro.

E tenha consciência de que qualquer mudança a ser feita no local terá que ser desfeita quando você devolvê-lo. Portanto, pense bem se esse é um gasto realmente necessário.

Você pode decorar seu apartamento de outras maneiras, sem a necessidade de realizar grandes alterações no local. Então vamos logo às nossas dicas.

Dê preferência para móveis independentes

O mais importante de se ter em mente é a necessidade de soluções rápidas, e de preferência “móveis”. Com isso fica mais fácil você levar tudo com você em caso de uma eventual mudança de endereço.

Como sabemos, aluguel é algo temporário, mesmo que seja algo por tempo indefinido, a melhor medida nesses casos é estar precavido para todos os cenários.

Móveis soltos são uma excelente opção para quem vive de aluguel. Além da funcionalidade você não fica preso ao espaço específico do imóvel, como seria nos casos de móveis planejados, por exemplo.

Veja aqui dicas de como escolher os móveis ideais para quem vive de aluguel.

Faça uso de papéis de parede 

O papel de parede é uma excelente opção de decoração para apartamento alugado. Isso porque se você decidir pintar o seu imóvel, você vai precisar fazer uma nova pintura quando entregar o imóvel ao proprietário.

Logo, com o papel de parede você pode conseguir uma mudança no ambiente, sem ter a necessidade de passar por um novo transtorno. 

Além disso, existem inúmeros modelos e estampas de papéis de parede atualmente no mercado. Você pode usar e abusar da criatividade para deixar o ambiente divertido e com a sua personalidade estampada.


Invista em quadros

Os quadros podem ser o seu melhor amigo na decoração de apartamento alugado. Estes itens deixam qualquer ambiente mais moderno e autêntico. E, quando combinados com a decoração do local cria uma composição estética incrível.


Tenha a natureza ao seu lado

Uma das mais antigas e duradouras tendências de interiores é a utilização de plantas e flores como artigos decorativos. Use e abuse do verde para dar vida à decoração do apartamento alugado.

Você pode optar por fazer algo parecido com um jardim interno dentro do espaço ou apenas inserir algumas plantas pela casa. O resultado é de um ambiente muito sofisticado e com muita vida.


Uso de espelhos para ampliar o ambiente

Essa é uma das principais estratégias na arquitetura para conseguir a amplificação do ambiente. Isso porque o reflexo dos espelhos vão dar a sensação de amplitude no espaço.

Se você tem algum cômodo pequeno que deseja valorizá-lo, essa é a principal estratégia. A dica é optar pela aplicação de espelhos grandes, de preferência instalados em toda parede.

Espelhos maiores são mais indicados para a aplicação em ambientes sociais, como na sala de jantar e quartos, por exemplo. Uma boa dica para uso de espelhos no quarto é optar pela instalação na própria porta do armário.


Alugue seu imóvel na Universal

Agora que você já conheceu várias dicas de decoração de apartamento alugado é a hora de escolher o imóvel perfeito para você. Na Universal você encontra a mais diversa gama de opções de Juiz de Fora. Clique aqui e encontre a opção ideal para você.

Quem paga o IPTU do imóvel alugado: locador ou locatário?


O IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) é um encargo que incide sobre toda propriedade imobiliária. Ainda há muitas dúvidas envolvendo o imposto, uma das principais é: afinal, quem paga o IPTU do imóvel alugado: locador ou locatário?

No texto a seguir vamos responder a essa e outras questões que envolvem o pagamento do imposto. Continue a leitura e descubra.

Quem paga o IPTU do imóvel alugado? 

Quem paga o IPTU do imóvel alugado é o  inquilino. A Lei Federal nº 8.245, de 1991, conhecida como Lei do Inquilinato, transfere essa responsabilidade para o locador do imóvel. O artigo 22 inciso VIII diz que:

“O locador é obrigado a: pagar os impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel, salvo disposição expressa em contrário no contrato.”

Ou seja todas as taxas referentes ao imóvel no qual o indivíduo está residindo recairá sobre sua responsabilidade.

Entretanto, é importante frisar que, juridicamente falando o responsável pelo pagamento é o proprietário do imóvel. Isso acontece porque, segundo o Código Tributário Nacional, esse é um imposto que se refere a propriedades. Logo, o responsável final é o dono do imóvel.

Por que o inquilino é quem paga o IPTU? 

Quem paga o IPTU do imóvel alugado é o inquilino pois, no valor do imposto são embutidos gastos de uso direto do imóvel. Ou seja, são gastos que são usufruídos pelo locador, como é o caso da coleta de lixo, por exemplo.

O valor cobrado no IPTU é  também uma das referências para a precificação da mensalidade. Ou seja, já é previsto um "desconto" no valor do aluguel devido a esse gasto.

Quer entender como é feito o cálculo para definir o valor do IPTU de cada imóvel? Veja no artigo "Como é calculado o IPTU?" e confira todas as informações.


O que acontece caso o imposto não seja pago? 

Mesmo que a Lei do Inquilinato diga que o pagamento das taxas do imóvel deve ser feita pelo inquilino, perante a justiça o responsável pelo imposto é o proprietário.

Logo, caso o pagamento não seja efetuado todas as cobranças legais serão direcionados para o locatário, e nada recairá sobre o locador.

Mas como proceder então? O mais correto a se fazer é firmar um contrato de locação em que esteja claro que quem paga o IPTU do imóvel alugado é o locador. Essa é uma forma do proprietário se resguardar contra qualquer problema.

Ou seja, caso o pagamento não seja efetuado e o proprietário seja acionado legalmente, este terá o contrato como meio legal para recorrer. O locatário poderá então acionar juridicamente o locador e exigir o ressarcimento dessa quantia.

Como deve ser cobrado o IPTU?

O IPTU é um imposto cobrado anualmente sobre toda propriedade imobiliário. Porém, o mais comum nos contratos de locação é que o pagamento do imposto seja cobrado mensalmente.

Ou seja, o valor do IPTU já será embutido no preço do aluguel. Essa é a melhor forma do proprietário assegurar que o pagamento do imposto será feito corretamente pelo inquilino.

Leia também: Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber
Dúvidas sobre aluguel: entenda quais são seus direitos e deveres
Vida de Condomínio: direitos, deveres e responsabilidades

Apartamento térreo: vantagens e desvantagens dessa moradia


Você vai se mudar em breve e se deparou com uma série de decisões para tomar, não é mesmo? Uma deles é em relação a localização do apartamento, será que apartamento térreo é uma boa opção? Ou é melhor optar por andares superior?

Nós vamos ajudá-lo a chegar a uma conclusão sobre o apartamento térreo. Fizemos uma lista com as principais vantagens e desvantagens dessa modalidade de imóvel. Confira a seguir

Vantagens de um apartamento térreo

Confira a lista que preparamos com os principais benefícios para se mudar para um apartamento no térreo:

Valor mais baixo

O valor é, com certeza, uma das maiores vantagens de se optar por um apartamento térreo. Geralmente existe uma diferença que pode chegar até a 30 % entre o imóvel no térreo e os apartamentos de andares superiores.

A regra em condomínios costuma ser a seguinte: quanto mais alto o andar, maior costuma ser o preço do apartamento. 

O valor pago por um imóvel é influenciado por diversos fatores, sendo um dos principais dele a localização. Não somente em relação ao bairro, mas como dito acima também em relação ao andar em que o apartamento está localizado.

Há também que se ponderar a posição do apartamento. Por exemplo, se o imóvel está localizado na fachada do prédio ele provavelmente terá um valor maior que aquele que fica para os fundos.

Enfim, existem uma série de fatores que será analisada para valorizar ou desvalorizar determinados imóveis. Cabe a você ponderar quais deles são importantes para você.

Facilidade de locomoção 

Morar no apartamento térreo é vantajoso pela facilidade de locomoção, ou seja, entrar e sair de casa é muito mais rápido. Descomplicado também, uma vez que você não precisa subir escadas ou ficar esperando pelo elevador.

Isso sem falar também da facilidade no processo de mudança. Só quem já passou por uma mudança sabe a dor de cabeça que é subir e descer com imóveis pelas escadas do prédio.

Além disso, morar no primeiro andar é uma excelente opção para pessoas com mobilidade reduzida, como idosos e pessoas com deficiência.

Dessa forma, não é necessário grandes esforços para entrar e sair de casa, trazendo mais praticidade e consequentemente mais qualidade de vida para o dia a dia.


É um bom investimento 

Como dissemos acima, apartamento térreo costuma ter uma valor menor que nos demais andares. O que pode facilitar o processo de venda/aluguel do imóvel caso o proprietário tenha interesse em retorno financeiro imediato.

Afinal, morar em um bom condomínio por um valor menor que os demais andares é um atrativo e tanto para divulgação do imóvel.

Desvantagens de um apartamento térreo

Como nem tudo são flores, existem também alguns fatores que podem fazer com que a ideia de se mudar para um apartamento térreo não seja vantajosa para você. Listamos as principais desvantagens:

Menos privacidade

Devido a altura do imóvel e proximidade da rua, a privacidade dos moradores pode acabar sendo comprometida. Em determinados casos, as pessoas na rua conseguem inclusive ver dentro do apartamento, sendo necessário maior cautela por parte dos moradores em alguns momentos.

Mais barulho

A proximidade com a rua e com as áreas de lazer do condomínio podem gerar um barulho desconfortável no apartamento térreo.

E muito dificilmente será possível abafar esses ruídos com facilidade. Logo, se você é uma pessoa que se incomoda muito com esse tipo de problema, não é uma boa opção mudar para um apartamento térreo.

Segurança

A questão de segurança é um dos principais receios das pessoas em se mudarem para um apartamento térreo. Isso acontece pois, por estar no primeiro andar, o acesso ao apartamento é mais facilitado, ficando mais suscetível à assaltos.

Entretanto, esse receio é facilmente eliminado quando você se muda para um condomínio que conta com uma boa rede de segurança. Portanto, busque por prédios que tenham câmeras de segurança, portaria 24 horas, enfim, recursos que vão lhe garantir mais tranquilidade.

Subsíndico: qual a sua função na gestão de um condomínio?


O subsíndico é uma função cada vez mais comum nos condomínios atualmente. Mas afinal, quais são as atribuições do subsíndico? Em quais casos é comum a presença dessa figura? É o que vamos apresentar a seguir. Continue a leitura e descubra!

Qual a função do subsíndico? 

Podemos descrever a função do subsíndico como sendo um braço direito do síndico na administração do condomínio. Quando a demanda gerencial se torna muito pesada, esse cargo aparece como solução para ajudar a direcionar melhor as demandas.

Logo, o cargo pode ter responsabilidades como:

  • Atuar como porta-voz dos moradores do condomínio
  • Buscar orçamentos de obras/serviços 
  • Fornecer/Receber dados da Administradora de Condomínios 
  • Dividir demandas administrativas com o síndico
  • O subsíndico assume a função do síndico em período de férias do mesmo ou em caso de renúncia. 

O que a legislação diz a respeita dessa função? 

Não existe exatamente a discriminação da função do subsíndico na legislação. Porém, ela aparece de forma implícita no Código Civil:

“1. Poderá a assembléia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação. 

2. O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembléia, salvo disposição em contrário da convenção.”

Entretanto, na Lei de Condomínios a participação do subsíndico na administração condominial já aparece de forma mais clara:

“A Convenção poderá prever a eleição de subsíndicos, definindo-lhes atribuições e fixando-lhes o mandato, que não poderá exceder de 2 anos, permitida a reeleição.”

O papel da Convenção de Condomínio 

A convenção do condomínio é o documento que trata sobre a estrutura do local e os direitos fundamentais de todos os condôminos.

Deve estabelecer entre outros, a forma de convocação e deliberação nas Assembleias, as atribuições do Síndico e Conselho, a forma de cobrança, o modo de aplicação de penalidades, etc.

Sendo também responsável pela solicitação do cargo de subsíndico. Quando sentir-se a necessidade de um apoio extra na administração, a convenção deverá elencar as principais considerações sobre o cargo. Como por exemplo: como será o processo de eleição, duração do mesmo, critérios de candidatura e principais funções administrativas.

O subsíndico deverá ser eleito também em assembleia, porém não é obrigatório que isso aconteça ao mesmo tempo que a eleição do síndico. Podem ser realizadas em dias diferentes, desde que siga as exigência da legislação condominial.

Subsíndico tem direito a salário? 

Como dissemos acima, todos os direitos e deveres do subsíndico deve ser decidido pela convenção condominial. Porém, o mais comum é que não haja o pagamento de um salário, muitas vezes há alguma isenção em relação ao pagamento mensal do condomínio.

Podem ter mais de um subsíndicos? 

Sim. Não existem um número mínimo ou máximo de subsíndicos em um condomínio. Inclusive essa função é mais comum em condomínios de maior porte, que contam com várias torres/blocos.

Logo, seria praticamente impossível que uma só pessoa conseguisse atender às demandas de todos. Por isso, a solução é a indicação de um subsíndico para cada torre/bloco. Este atuaria na administração/solicitação de interesses que são competentes à sua edificação.

Financiamento de imóveis: quando vale a pena?


O financiamento de imóveis é uma das práticas mais comuns de se conquistar a casa própria atualmente. Porém, muitas pessoas tem receio em recorrer a esta modalidade de compra pelo compromisso que ela implica.

E então fica o questionamento, quando o financiamento de imóveis é uma boa opção para realizar a compra? No texto a seguir vamos tentar ajudá-lo a solucionar essa dúvida. Continue a leitura e descubra!

O que deve ser ponderado para saber se o financiamento de imóveis vale a pena? 

Comprar um imóvel a vista é uma realidade distante para a maioria da população. Logo, o financiamento aparece como uma solução tangível e realista para a conquista desse objetivo.

Porém, para se comprometer com um investimento desse nível durante anos é necessário realizá-lo da forma mais consciente possível. Em primeiro lugar, você deve avaliar qual o valor máximo você está disposto a pagar pelo imóvel. Assim como o prazo para quitar essa dívida.

Esse será o seu ponto de partida para então começar a avaliação mais minuciosa das condições de financiamento. Esta por sua vez envolve questões como:

  • Valor de entrada
  • Juros do financiamento
  • Perspectiva de valorização do imóvel

Esses são alguns itens que você deverá colocar na balança na hora de avaliar se o financiamento de imóveis será um negócio vantajoso para você.

 Avalie sua situação financeira 

A decisão de se comprometer com um financiamento de imóveis deve ser feita após um planejamento minucioso e consciente, para que no futuro isso não vire uma dor de cabeça.

Para ajudá-lo se faça os seguintes questionamentos:

  • Quanto sobra do seu salário no final do mês? 
  • É o suficiente para arcar com os gastos? 
  • É possível reduzir alguns gastos atuais para auxiliar no financiamento? 
  • Há quanto tempo você tem uma saúde financeira estável?

São muitos pontos a serem avaliados, mas não precisa se desesperar ainda. Atualmente existem muitas facilidades para obter um financiamento.

Na maioria dos bancos o comprador precisa ter no mínimo 20% do valor do imóvel para conseguir financiá-lo. Alguns como Caixa, Banco do Brasil e Pan Sua Casa exigem apenas 10% de contrapartida do comprador.

O valor pode ser pago total ou parcialmente ao vendedor do imóvel como sinal, uma parcela também pode ser paga quando o banco liberar o financiamento. Tudo irá depender da negociação com o vendedor.

Acompanhe o cenário imobiliário 

É possível encontrar valores mais em conta na hora de comprar um imóvel dependendo do contexto econômico do país.

Portanto, uma boa dica é ficar de olho no cenário imobiliário, buscar entender como estão os valores, para então conseguir encontrar um negócio que seja realmente vantajoso.

Pondere o número de parcelas 

Um financiamento normalmente tem décadas de duração, portanto é um compromisso que você estará assumindo por todos esses anos. Os bancos, hoje trabalham com financiamentos de até 35 anos.

Optar por um financiamento de longo prazo pode ser uma boa alternativa para reduzir o valor das prestações e facilitar seu enquadramento nas exigências de comprometimento de renda com o pagamento das prestações.

Porém, você deve estar ciente que isso aumentará o valor total a ser pago ao banco ao longo do contrato e encarecerá o imóvel.

Também é importante levar em consideração a sua idade atual e quantos anos você terá até o final do financiamento. Isso porque, segundo a legislação em vigor, a idade limite para pagamento da última parcela do financiamento imobiliário é de 80 anos e seis meses.

Logo, isso significa que o prazo encurta progressivamente para candidatos que atualmente possuem mais de 45 anos e seis meses.

Apartamentos mobiliados: vantagens e desvantagens na mudança


Os apartamentos mobiliados podem ser muito vantajosos para determinadas pessoas, principalmente pela praticidade oferecida. Quando chega o momento de comprar/alugar um imóvel você tem inúmeras decisões a tomar, e uma delas é optar por apartamentos mobiliados ou vazios.

Para você qual é a melhor opção? Se você está em dúvida dessa decisão, esse texto é para você. Preparamos uma lista com as principais vantagens e desvantagens de comprar/alugar um apartamento com mobília.

Continue a leitura e descubra qual a melhor opção para você.

Vantagens de comprar/alugar apartamentos mobiliados 

Veja quais são os principais benefícios para quem opta por mudar para apartamentos mobiliados:

Economia 

Ao mudar para um apartamento mobiliado, você definitivamente economiza uma boa quantia se comparado a mudança para um imóvel vazio.

Dessa forma, evita-se a necessidade de você comprar novos móveis para o local, o que seria um gasto bem elevado. E mesmo que você já tivesse a mobília necessária, haveria um custo a ser considerado com o transporte dos itens, assim como o serviço de mão de obra para montagem e instalação dos móveis.

Praticidade

Já pensou você se mudando para um apartamento prontinho, sem precisa ser preocupar com mudança nem nada? É uma praticidade que enche os olhos de qualquer um.

Muitas vezes o processo de mudança de um imóvel para o outro é extremamente desgastante e gera muito dor de cabeça. Ao optar por apartamentos mobiliados essa mudança pode ser muito mais rápida e facilitada. 

Facilidade em fases de transição 

Se você é uma pessoa que se muda com muita frequência ou está em período de transição, a opção de apartamentos mobiliados pode ser ideal para sua situação.

Um público que procura muito este tipo de moradia são os estudantes, que muitas vezes chegam em uma nova cidade e procuram um lugar provisório para se mudar. E o melhor, como dissemos acima o processo de mudança é muito mais rápido.

Portanto, se você sabe que não pretende ficar muito tempo no imóvel, eliminar preocupações desnecessárias como a compra de imóvel pode ser a melhor opção.

Desvantagens de comprar/alugar apartamentos mobiliados 

Confira a lista que preparamos com os motivos que você precisa levar em consideração caso pretenda se mudar para um apartamento mobiliado.

O que fazer com os imóveis antigos?

Dificilmente você conseguirá levar todos os seus móveis antigos para o novo apartamento, que já está planejado e pronto com a mobília em seu devido lugar.

E o que fazer com eles então? É claro que vender é sempre uma opção, que pode ser muito vantajosa inclusive para conseguir um dinheiro extra. Porém é importante pesar nesse momento, que você pode vir a precisar desses móveis em um futuro próximo.

Suponhamos que você queira se mudar novamente e dessa vez para um imóvel vazio, os seus antigos móveis podem fazer falta. E o pior, você teria um rombo financeiro enorme para comprar uma nova mobília.

Estado de conservação dos móveis 

Ao se mudar para um apartamento mobiliado você está sujeito a encontrar os móveis em condições de uso debilitadas. Isso porque, muito provavelmente esse imóvel já foi utilizado por outras pessoas e o desgaste dos equipamentos eletrônicos e da mobília em geral é algo comum.

Uma boa dica para se prevenir desses casos é realizar uma vistoria minuciosa no local antes de se mudar. Faça uma visita ao imóvel e observe esses possíveis desgastes nos móveis e, se possível, solicite o devido reparo dos mesmos.

Estilo de decoração do apartamento 

Se você gosta das coisas do seu jeito e tem apreço pela decoração do ambiente, talvez alugar um apartamento mobiliado não seja a melhor opção.

Afinal, quando se mudar para o apartamento você já encontrará tudo em seu devido lugar e, dificilmente, você terá autorização para fazer grandes modificações no local.

Porém, uma boa saída para esses casos é investir em itens de decoração para deixar tudo mais a sua cara. Como pendurar quadros no ambiente, comprar plantas, enfim, artigos decorativos para deixar o espaço mais personalizado.


Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens na mudança para apartamentos mobiliados, é preciso que você avalie qual o seu momento e pondere se essa é uma boa opção para você.

Nossa dica é sempre visitar o local pessoalmente, para se certificar da qualidade do ambiente e da mobília. Dessa forma você terá mais segurança para fechar o negócio!

Como é calculado o IPTU? Entenda quais indicadores influenciam no cálculo!


Uma dúvida muito comum entre proprietários de imóveis e inquilinos é sobre como é calculado o IPTU. Quais são os indicadores que influenciam nesse cálculo? E afinal, quem deve arcar com esse custo, inquilino ou proprietário?

No texto a seguir vamos explicar detalhadamente como é calculado o valor do IPTU. Assim como responder à dúvidas comuns sobre o assunto. Continue a leitura e confira!

Como é calculado o IPTU? 

O IPTU ( Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) é um encargo que incide sobre toda propriedade imobiliária. O imposto é cobrado anualmente do proprietário do imóvel, porém o mais comum é que o pagamento seja dividido entre os meses do ano.

Como é o calculado o IPTU em cada município irá depender do valor da alíquota, que será multiplicado pelo valor venal do imóvel. Ou seja a base de cálculo do IPTU é: alíquota x valor venal da propriedade. 

Ficou confusa com esses termos? Fique calmo, que vamos explicar o que significa cada um deles. Vamos lá!

O que significa alíquota? 

A alíquota é um indicador baseado no mercado imobiliário de cada município. Ou seja, cada local terá uma variável própria que influenciará em como é calculado o IPTU.

Em Juiz de Fora os valores das alíquotas são:



Valor Venal do Imóvel 

O valor venal de um imóvel é o valor estimado do bem que é definido pelo Poder Público. Seria uma estimativa de compra e venda da propriedade, com pagamento à vista e em condições normais de mercado.

Para chegar a esse valor são considerados alguns fatores específicos do imóvel, tais como:

  • Tamanho do terreno
  • Localização na Planta Genérica de Valores
  • Área construída
  • Idade do imóvel
  • Qualificação do imóvel (padrão de acabamento etc)

Portanto, se quiser calcular o valor venal do seu imóvel, você deve descobrir qual o valor do metro quadrado do mesmo. Vamos explicar com mais detalhes a seguir.

Como descobrir o valor do metro quadrado do seu imóvel? 

Esse número pode ser encontrado na Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGVI), um documento oficial que cataloga o preço médio do metro quadrado em cada parte de um município. Caso tenha interesse, o documento pode ser encontrado diretamente com a prefeitura da sua cidade ou em sites especializados.

Feito isso, deve-se multiplicar esse valor pela área construída do imóvel e então você descobrirá o valor venal do local. O tamanho da área construída do imóvel pode ser encontrado na matrícula, registro ou escritura do imóvel.

Então, vamos a um exemplo para ficar mais claro? Supomos que seu imóvel tenha 200m² de área construída e está localizado em uma região onde o metro quadrado vale R$5.000. Logo, o valor venal do seu imóvel é de R$1.000.000 (um milhão).

Afinal, como é calculado o IPTU? 

Como dissemos acima o cálculo para chegar ao valor do IPTU é a alíquota x valor venal do imóvel. Vamos continuar com o exemplo acima para deixar mais claro.

Suponhamos que o imóvel que citamos acima esteja em um município cuja alíquota é de 0,9%, para chegar ao valor do IPTU, deve-se multiplicar o valor venal de R$1.000.000 por 0,9%, o que resultará no valor final de R$9.000 ao ano. E, se parcelado R$750 por mês.

Dúvidas comuns sobre IPTU

Agora que você já sabe como é calculado o IPTU, vamos esclarecer algumas dúvidas comuns entre proprietários e inquilinos sobre o pagamento do imposto. Confira!

O IPTU deve ser cobrado do inquilino ou do proprietário do imóvel? 

O valor é cobrado do inquilino. O valor cobrado no IPTU é uma das referências para a precificação da mensalidade, ou seja, já é previsto um "desconto" devido a esse gasto.

Outra questão é que no valor do IPTU estão embutidos os gastos de uso direto do imóvel, ou seja, gastos usufruídos pelo inquilino, como por exemplo a coleta de lixo.


Melhorias no imóvel podem implicar em aumento do IPTU?

Sim, este o IPTU terá variação. Como citamos acima para chegar ao valor final do imposto é levado em consideração uma série de itens que implicam no valor comercial do bem. Logo, quanto melhor for o imóvel, mais ele será valorizado, concorda? E consequentemente, com essa valorização, maior será o seu imposto.

Quem tem direito à isenção do IPTU? 

Existem determinados grupos que podem solicitar a isenção do imposto. Porém, a isenção só é válida para imóveis edificados, já constantes no cadastro imobiliário do município (não abrange lotes vagos). Logo, podem requerer a isenção:

  • Aposentados;
  • Pensionistas;
  • Viúvas;
  • Servidores públicos municipais efetivos das administrações direta e indireta e do Poder Legislativo, ou o cônjuge sobrevivente;
  • Servidores federais e estaduais cedidos ao Município para prestação de serviços junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), ou o cônjuge sobrevivente;
  • Empregados das empresas públicas e da sociedade de economia mista, nas quais o Município, direta e indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto, ou o cônjuge sobrevivente.
Veja também: 

Os 5 melhores bairros de Juiz de Fora para morar


Juiz de Fora é uma cidade que oferece uma ótima qualidade de vida para seus moradores. Apesar de ser um município bastante desenvolvido e movimentado, a cidade não conta com a loucura que é a vida em grandes metrópoles. Por isso, a cidade torna-se uma opção muito buscada pelas pessoas para fazer moradia.

No texto a seguir fizemos uma lista com os 5 melhores bairros de Juiz de Fora para morar.

Portanto, se você tem interesse em se mudar para a cidade, esse texto é para você. E se você reside na cidade, mas quer conhecer um pouco mais sobre a região, também vale a pena a leitura.

Continue a leitura e descubra as características e diferenciais desses locais.

Granbery

Segundo o portal Agente Imóvel, veículo que realiza o monitoramento de preços imobiliários em todo o país, o Granbery é o bairro mais valorizado da cidade. Mas afinal, o que torna este local um dos melhores bairros para morar em Juiz de Fora?

Podemos citar vários motivos que tornam o bairro atrativo para os juiz foranos. Um dos principais é que, por estar situado na região central de Juiz de Fora, o Granbery possibilita aos seus moradores um fácil acesso a uma vasta rede de comércio e serviços.

Além da localização privilegiada, o Granbery é um bairro tradicionalmente familiar, que oferece tranquilidade e segurança para seus moradores.

Por esses e outros motivos, a oferta imobiliária cresce a cada dia. Já são vários novos empreendimentos no Granbery e a expectativa é de mais lançamentos. E nada como se mudar para um imóvel novinho, recém lançado, não acha?

Confira as opções de imóveis no Granbery disponíveis na Universal para Venda e Aluguel.

Centro

Como na grande maioria das cidades, o Centro é um dos bairros mais valorizados do município. Afinal, a região central da cidade costuma concentrar grande parte do comércio e serviços importantes para a população.

Logo, o que torna o Centro um dos melhores bairros de Juiz de Fora para morar é a praticidade que oferece. Se você precisar resolver alguma questão burocrática, você estará muito próximo ao local, e economizará um tempo precioso, que gastaria com o deslocamento.

Isso sem falar que o acesso ao transporte público é extremamente acessível. E claro, o Centro conta com uma grande variedade de restaurantes.

Quando o assunto é imóveis, o bairro tem algumas das melhores opções de Juiz de Fora. Se você procura mais qualidade de vida para você e sua família, você deve considerar o Centro como uma das suas opções.

Clique aqui e confira as opções de imóveis para Venda no Centro disponíveis na Universal. Veja também nossas opções de Aluguel.

Bairro São Mateus

O São Mateus é um dos principais bairros de Juiz de Fora e conta com uma localização privilegiada, próximo ao centro da cidade.

Transporte: além de ter linhas de ônibus que passam pela Rua São Mateus, o bairro também fica próximo a Avenida Itamar Franco, onde inúmeras linhas dão acesso a vários bairros da cidade.

Para quem trabalha ou estuda em algum local mais afastado e pretende morar em um bairro mais tranquilo, o São Mateus é uma ótima indicação principalmente por causa dessa facilidade de locomoção e acesso.

Além disso, o bairro está próximo de dois shoppings (Independência e Alameda), vários colégios de renome na cidade e é também uma região muito conhecida e procurada por causa de sua atração culinária e proximidade às opções boêmias.

Para complementar e enriquecer ainda mais o bairro, a região conta com muitas e ótimas possibilidades de locação. É uma ótima escolha de quem busca conforto e comodidade para todas as horas do dia.

Veja as opções de imóveis para Venda e Aluguel na Universal.

Bairro Bom Pastor

Situado na região Sul da cidade, o Bom Pastor é um dos bairros mais desejados pelo juiz-forano na hora de escolher onde morar, sendo alvo de prospecção e execução de vários empreendimentos residenciais.

O bairro tem como a característica de ser residencial, o que oferece mais tranquilidade aos moradores. No entanto, ele está bem próximo de uma região que concentra boa rede de comércio e serviços.

Quer conhecer as opções de imóveis para aluguel no Bom Pastor? Clique aqui e descubra! Veja também nossas opções para Venda.

São Pedro

O bairro é uma das localizações mais procuradas por estudantes. Isso acontece devido à sua proximidade da Universidade Federal de Juiz de Fora, o que facilita a rotina para os jovens.

O local também é famoso por sua vasta opção de comércio, supermercados e bares. Tem opção para todo os gostos. Veja aqui algumas dicas de lazer na Cidade Alta.

Clique aqui e confira os imóveis disponíveis para locação no São Pedro. E veja aqui nossas opções para Venda.

Leia também: Como fazer uma mudança organizada? Veja dicas!
Como alugar ou comprar imóvel em Juiz de Fora?
Aluguel sem fiador em Juiz de Fora: como alugar rápido?
Comprar ou alugar imóvel: o que vale mais a pena?

Lei de Condomínio: principais regras que você precisa saber


As regras são importantes em qualquer ambiente para estabelecer uma convivência harmoniosa e respeitosa entre as pessoas que ali convivem. É exatamente esse o objetivo da Lei de Condomínio, estabelecer orientações que vão ditar a rotina dos moradores.

Mas você sabe exatamente o que prega a Lei de Condomínio? No texto a seguir vamos explicar um pouco sobre a legislação que rege a vida nos condomínios, além de apresentar quais são as principais determinações que aparecem no documento. Continue a leitura e descubra!

Lei de Condomínio: qual o principal instrumento a se recorrer? 

O Código Civil (Lei n° 10.406/2002) é a lei federal que regula os condomínios, ele é superior às demais leis do condomínio. Estas inclusive, devem usar o documento como base para sua elaboração.

O documento conta com um total de 27 artigos que traz as principais regras, direitos e deveres dos condôminos.

Existe também a Lei nº 4.591/64, ou mais conhecida como Lei do Condomínio, ela é um documento mais antigo que o Código Civil e também serve como direcionamento auxiliar para a conduta em condomínios.

Entretanto, é importante deixar claro que, se houver qualquer convergência entre ambas legislações, deve-se prevalecer o que foi estabelecido no Código Civil.

Então, o que é a convenção de condomínio e o regimento interno? 

A convenção do condomínio e o regimento interno são direcionamentos mais personalizados de cada espaço. Como dissemos, o CC é o instrumento base para estabelecer as regras de convivência, porém, muito dificilmente o documento atenderá às necessidades específicas de cada local.

Para isso existe ambos direcionamentos. Entenda qual é o objetivo de cada um deles:

  • A convenção do condomínio é o documento que trata sobre a estrutura do local e os direitos fundamentais de todos os condôminos, deve estabelecer entre outros, a forma de convocação e deliberação nas Assembleias, as atribuições do Síndico e Conselho, a forma de cobrança, o modo de aplicação de penalidades, etc. 


  • O regimento interno diz respeito à regras de convivência entre os moradores. Se existir algum tipo de conflito entre a convenção e o regimento interno do condomínio, deverá prevalecer aquilo que foi estabelecido pela convenção. 

Direitos e deveres do condômino

O Código Civil elenca quais são os direitos e deveres do condômino. São eles: 

São direitos do condômino:

I - usar, fruir e livremente dispor das suas unidades;
II - usar das partes comuns, conforme a sua destinação, e contanto que não exclua a utilização dos demais compossuidores;
III - votar nas deliberações da assembléia e delas participar, estando quite.

São deveres do condômino:

I - Contribuir para as despesas do condomínio, na proporção de suas frações ideais;
I - contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção; (Redação dada pela Lei nº 10.931, de 2004)
II - não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;
III - não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;
IV - dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

§ 1o O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, os de um por cento ao mês e multa de até dois por cento sobre o débito.

§ 2o O condômino, que não cumprir qualquer dos deveres estabelecidos nos incisos II a IV, pagará a multa prevista no ato constitutivo ou na convenção, não podendo ela ser superior a cinco vezes o valor de suas contribuições mensais, independentemente das perdas e danos que se apurarem; não havendo disposição expressa, caberá à assembléia geral, por dois terços no mínimo dos condôminos restantes, deliberar sobre a cobrança da multa.

Sobre as obras no condomínio

Art. 1.341. A realização de obras no condomínio depende:

I - se voluptuárias, de voto de dois terços dos condôminos;
II - se úteis, de voto da maioria dos condôminos.

As obras ou reparações necessárias podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino.

Se as obras ou reparos necessários forem urgentes e importarem em despesas excessivas, determinada sua realização, o síndico ou o condômino que tomou a iniciativa delas dará ciência à assembléia, que deverá ser convocada imediatamente.

Não sendo urgentes, as obras ou reparos necessários, que importarem em despesas excessivas, somente poderão ser efetuadas após autorização da assembléia, especialmente convocada pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer dos condôminos.

O condômino que realizar obras ou reparos necessários será reembolsado das despesas que efetuar, não tendo direito à restituição das que fizer com obras ou reparos de outra natureza, embora de interesse comum.

Leia também: 3 Dúvidas que todo mundo que mora em Condomínio tem 
Lei do Inquilinato: entenda os deveres e direitos do inquilino

Índice de reajuste de aluguel: como funciona a atualização de valores?


Você já ouviu falar em índice de reajuste de aluguel? Seja você um proprietário de imóveis ou inquilino, esse é um tema muito importante que você deve ficar de olho. Afinal, como é feita a atualização de valores no contrato? Qual o período correto para que ela seja feita? Baseada em que?

Vamos responder a estas e outras questões relacionadas ao reajuste de aluguel no texto a seguir. Continue a leitura e fique informado!

O que é um índice de reajuste de aluguel? 

O índice de reajuste de aluguel é a referência utilizada para a atualização dos valores da mensalidade no contrato de aluguel.

O mercado imobiliário atualmente pode usar como base diversos índices para realizar o cálculo de reajuste, sendo que cada um deles tem relação com uma situação específica.

O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é o índice base mais utilizado para realizar o cálculo de reajuste de aluguel, tanto que o medidor é comumente chamada de "inflação do aluguel”.

O indicador é mensurado e divulgado a cada mês pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e seu objetivo é avaliar as movimentações de preços na economia do país.

Para que isso seja possível, é feito um cálculo médio baseado em outros 3 dados, são eles: Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com peso de 60%, Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com peso de 10%.

Entretanto, existem outras variáveis que podem ser utilizados nos contratos de aluguel. Por exemplo, há contratos em que o reajuste é feito com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), sendo este medido pelo IBGE.

Regras para o reajuste de aluguel

As regras que dizem respeito ao reajuste de aluguel estão determinadas na Lei do Inquilinato, n° 8.245/1991. Listamos algumas das questões mais importantes no documento relacionadas ao tema:

Art. 17. É livre a convenção do aluguel, vedada a sua estipulação em moeda estrangeira e a sua vinculação à variação cambial ou ao salário mínimo.

Parágrafo único. Nas locações residenciais serão observadas os critérios de reajustes previstos na legislação específica.

Art. 18. É lícito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste.

Ou seja, as regras relacionadas ao tipo de índice de reajuste de aluguel utilizado, a periodicidade, dentre outros assuntos relacionados, devem ser acordados entre ambas as partes, locador e locatário, sendo devidamente prevista em contrato.

Porém, nada impede que o longo do contrato seja realizado um acréscimo ou alteração da cláusula de reajuste de aluguel.

É importante ressaltar também que, segundo a legislação, só é permitido fazer reajuste no aluguel uma vez ao ano. Ou seja, na data de aniversário do contrato.


O cenário atual do índice de reajuste de aluguel IGP-M: como fazer o cálculo? 

Divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) subiu em junho de 2019 um total de 0,80%. Com isso, o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 6,51%.

Se o seu imóvel é reajustado com base nesse índice, logo, como deve ser feita a conta para saber qual será o aumento na sua conta de aluguel? Nós vamos explicar.

Vamos supor que o seu aluguel seja no valor de R$1.000, logo, com o índice de IGP-M em 6,51% quando este for atualizado deverá ser feita a seguinte conta R$1.000 x 1,0651. Sendo assim o novo valor pago por este aluguel será de R$1.065,10.

Síndico profissional: o que é e quais suas funções no condomínio?


Síndico Profissional


Você já ouviu falar na função de síndico profissional?

Essa é uma alternativa de administração de condomínios que tem ganhado cada vez mais espaço no setor imobiliário.

Mas afinal, você sabe quais são os seus deveres? O que faz exatamente um síndico profissional? É o que vamos apresentar no texto a seguir, continue a leitura e descubra mais sobre essa alternativa de gestão de condomínios.

O que é um síndico profissional?

É um profissional que é contratado pelo condomínio para exercer a função de síndico. Ou seja, essa pessoa não irá residir no local, sendo responsável pelos trâmites gerenciais da função.

Sua atuação possui, basicamente, as mesmas funções de um síndico morador. Como por exemplo gerenciar os fundos de reserva do condomínio, organizar as reuniões de assembleia, solicitar possíveis obras e manutenções nas áreas comuns do condomínio.

É também dever do síndico profissional lidar com as demandas dos moradores e atuar como mediador em eventuais conflitos.

A atuação do síndico profissional é permitida e prevista, inclusive, no Código Civil, mais precisamente no Art. 1.347:

“A Assembleia poderá escolher um síndico, não condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”.

Como é a função de um síndico profissional na prática?

Pode atuar tanto na administração de condomínios residenciais, quanto comerciais. É comum, inclusive, que profissionais que atuam como síndico profissional exerçam a função em vários locais simultaneamente, por conta de sua experiência no setor.

Mas como isso funciona na prática, você pode estar se perguntando. Afinal, como isso daria certo? A resposta é simples, com toda sua experiência na área, o síndico profissional, na grande maioria dos casos estará muito mais capacitado para lidar com as questões administrativas do condomínio do que um morador sem experiência alguma.

Cabe ao profissional, porém, encontrar meios de minimizar o fato de que ele não estará presente todos os dias no condomínio para fiscalizar os transtornos e desavenças que possa acontecer.

Normalmente, para resolver essa problemática, o síndico profissional fica responsável por visitar o condomínio pelo menos uma vez por semana, para avaliar a situação no local e recolher feedbacks sobre o dia a dia com os moradores e funcionários.

Em paralelo a isso, o profissional deve atuar constantemente na otimização da gestão condominial, resolvendo todas as questões administrativas, trabalhistas e outros assuntos burocráticos necessários.

Como deve ser feito a contratação de um síndico profissional?

Primeiramente essa contratação deve ser legitimada através de reunião e votação da assembleia. Ali deve ser definido as questões contratuais de prestação de serviço desse profissional, como a definição de horas, remuneração e prazo de encerramento do contrato.

Como visto acima, a lei diz que o mandato do síndico profissional não pode ultrapassar dois anos. Porém, esse prazo poderá ser renovado se for da vontade dos condôminos.

Quais são os benefícios da atuação do síndico profissional?

É muito comum que os condomínios tenham dificuldades em eleger alguém para ficar como síndico responsável. O que vemos na maioria dos casos são moradores que não têm tempo, conhecimento ou interesse necessário para exercer a função de administrar o condomínio.

Logo, o síndico profissional aparece como solução ideal. Uma pessoa capacitada para exercer a função, que usará seus conhecimentos e experiência para oferecer uma administração de qualidade para o condomínio.

Síndicos profissionais entendem de gestão, administração e liderança, e são capaz de oferecer uma maior tranquilidade para os moradores do condomínio, que confiam essa importante tarefa a alguém altamente qualificado.

Como se tornar um síndico profissional?

Não existe uma formação específica para alguém que quer se tornar síndico profissional. Existem, porém, cursos que objetivam a capacitação dos interessados em exercer a função.

O mais comum, é que pessoas que já atuaram como síndicos nos condomínios onde residem tenham interesse em se profissionalizar no ramo para administrar outros locais.

Para isso é importante que esse profissional tenha determinados conhecimentos que serão indispensáveis para o pleno exercício da atividade de síndico profissional, como conhecimentos de finanças, de contabilidade, da legislação, etc.

Agora que você já sabe mais sobre a profissão de síndico, leia outros artigos do nosso blog! Recomendamos o artigo Inquilino pode ser sindico

Inquilino pode ser síndico? Descubra!

Inquilino pode ser síndico


Uma dúvida comum de quem vive de aluguel é: o inquilino pode ser síndico? O que diz a legislação sobre o assunto? No texto a seguir vamos apresentar as informações a respeito deste e outros temas que envolvem a vida em condomínio.

Continue a leitura e fique por dentro!

O inquilino pode ser síndico de condomínio? 

A resposta é sim, inquilino pode ser síndico. Não existe nenhuma proibição na legislação que impeça qualquer inquilino de entrar na concorrência para síndico do seu condomínio.

Logo, se houver na convenção ou estatuto do condomínio alguma cláusula que proíba a participação de inquilinos na eleição, esta deve ser ignorada. Afinal, nenhum documento tipo de documento pode contrair as leis municipais, estaduais ou federais.

O novo Código Civil, no artigo 1.347 traz esse ponto:

"Art. 1.347. A assembléia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se. "

Mas o que quer dizer “que poderá não ser condômino”? Isso quer dizer que não é obrigatório residir no condomínio, ou edifício para ser eleito síndico. Dessa forma, essa pessoa será eleita como síndico “não condômino” ou como é mais usualmente aplicado, “síndico profissional”.

Como funciona a participação nas assembleias condominiais? 

Podem participar das assembleias e tem direito a votos todos os proprietários do condomínio. Inquilinos também podem participar, afinal são estes que efetivamente vivenciam a rotina do condomínio.

Entretanto, exige-se a obrigatoriedade do proprietário ou de uma procuração do mesmo, em caso de votações de alguma despesa que seja de responsabilidade do inquilino ou em caso de instituição de uma taxa extra.

Vale ressaltar que cada condomínio pode adotar uma política diferente nessas situações. Confira no regimento interno do seu condomínio qual regra é aplicada

Entenda como funciona a Lei do Inquilinato

Se você vive de aluguel ou pretende alugar um imóvel em breve é essencial que esteja por dentro dos seus direitos e deveres enquanto inquilino. Para isso existe a  Lei Federal nº 8.245, de 1991, mais conhecida como Lei do Inquilinato.

Nela estão estipuladas todas as obrigações de ambas as partes, tanto do proprietário, quanto do locatário. Elencamos algumas dessas regras para você enquanto inquilino:

O Art. 23 traz as responsabilidades direcionados ao inquilino no contrato de aluguel. São elas:

I - pagar pontualmente o aluguel e os encargos da locação, legal ou contratualmente exigíveis, no prazo estipulado ou, em sua falta, até o sexto dia útil do mês seguinte ao vencido, no imóvel locado, quando outro local não tiver sido indicado no contrato;

II - servir-se do imóvel para o uso convencionado ou presumido, compatível com a natureza deste e com o fim a que se destina, devendo tratá-lo com o mesmo cuidado como se fosse seu;

III - restituir o imóvel, finda a locação, no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do seu uso normal;

IV - levar imediatamente ao conhecimento do locador o surgimento de qualquer dano ou defeito cuja reparação a este incumba, bem como as eventuais turbações de terceiros;

V - realizar a imediata reparação dos danos verificados no imóvel, ou nas suas instalações, provocadas por si, seus dependentes, familiares, visitantes ou prepostos;

VI - não modificar a forma interna ou externa do imóvel sem o consentimento prévio e por escrito do locador;

VII - entregar imediatamente ao locador os documentos de cobrança de tributos e encargos condominiais, bem como qualquer intimação, multa ou exigência de autoridade pública, ainda que dirigida a ele, locatário;

VIII - pagar as despesas de telefone e de consumo de força, luz e gás, água e esgoto;

IX - permitir a vistoria do imóvel pelo locador ou por seu mandatário, mediante combinação prévia de dia e hora, bem como admitir que seja o mesmo visitado e examinado por terceiros, na hipótese prevista no art. 27;

X - cumprir integralmente a convenção de condomínio e os regulamentos internos;

XI - pagar o prêmio do seguro de fiança;

XII - pagar as despesas ordinárias de condomínio*

*Por despesas ordinárias de condomínio se entendem as necessárias à administração respectiva, especialmente:
  • Salários, encargos trabalhistas, contribuições previdenciárias e sociais dos empregados do condomínio;
  • Consumo de água e esgoto, gás, luz e força das áreas de uso comum;
  • Limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
  • Manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos, mecânicos e de segurança, de uso comum;